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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Re: Vozes de Aço



Em ter, 15 de jan de 2019 às 11:44, Marcelo ESCRITOR de Oliveira Souza <marceloosouzasom@hotmail.com> escreveu:
Saiu na coluna do Jornal Atarde, Jornal de Maior circulação da Bahia, dia 28/12/18, tira mencionando a nossa premiação na Antologia Vozes de Aço .

Marcelo de Oliveira Souza IwA
2x Dr. Honóris Causa em Literatura

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Verão dos Flanelinhas ou da Zona Azul Fantasma?








Verão dos Flanelinhas ou da Zona Azul Fantasma?




O verão está muito intenso em Salvador, muitas festividades em todos os cantos sobre a grande responsabilidade do rei Sol, que não está se fazendo de rogado, abrilhantando a nossa principal estação.
Todos freneticamente correndo para as praias, tentando  aproveitar ao máximo o verão soteropolitano.
Com a problemática da violência no Rio de Janeiro e em Fortaleza, os turistas estão vindo para cá onde ainda a segurança é menos  pior.
Nesse corre-corre, quem também    está saindo no lucro são os “guardadores” de carros, que já viraram  uma  absurda sistemática  a coação aos motoristas, desde o Natal, constatamos esse absurdo onde na Av. Sete de Setembro estava abarrotada de carros, e por sua vez de “flanelinhas” que cobravam vinte, trinta reais, para não fazer nada com seu veículo, tanto é isso que eles agora cobram adiantado, onde as pessoas tem que se sujeitar a isso, mesmo sabendo que os incautos não estarão ali no retorno do passeio.
Não bastando isso o nosso pequeno prefeito resolveu fazer a “cartela” digital nas “zonas azuis” - nome dado aos locais que a prefeitura cobra para o motorista estacionar – onde em determinados locais não tem nem o “cobrador”, mas se não tivermos com a autorização vamos pagar uma salgada multa e perder preciosos pontos.
Eles querem que a pessoa tenha “smartfone”, conexão com internet e aplicativo, para termos o salvo conduto,  não sendo  multados, será que o cidadão merece tamanho descaso?
Temos que aturar chantagem de flanelinhas, para não ter o carro danificado, temos que aguentar essa ideia esdrúxula, temos a  obrigação de pagar cartela, sem falar do licenciamento.
Agora a dificuldade vem aumentando junto com a temperatura do verão, os obstáculos esquentam o nosso juízo,  onde  a bomba maior virá depois das festas, cuja  reflexão vai bater diretamente no fundo da carteira, onde os deveres são muitos e o retorno, pouquíssimos lamentavelmente...


Marcelo de Oliveira Souza,IwA
2x Dr. Honoris Causa em LIteratura

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

PLANSERV: O plano que não SERV.




PLANSERV : O plano que não SERV!


As pessoas que trabalham na rede estadual, muitas vezes se regozijavam de alegria com o  plano de Saúde  Planserv, apesar de não ser como antigamente, que era plano médico-odontológico, ainda dava para auxiliar na suas necessidades.

A partir desse ano a situação piorou  mais ainda, aumentou a cota de coparticipação, além disso sempre encontram dificuldades para fazer exames médicos, até uma simples retirada de uma verruga, precisamos de autorização, os beneficiários não têm direito nem a fazer um exame de sangue rotineiro, pois é negado ao paciente tudo.

Mais um triste exemplo aconteceu com a aposentada  Jandiara Rosana de Salvador, BA, a paciente tem problemas de tireoide  e precisa de uma avaliação rotineira, entretanto quando se dirigiu ao laboratório LABOCHECAP  que fica na av. Silveira Martins, Cabula Salvador BA  foi avisada que não poderia nem fazer um hemograma, pois já havia excedido a quota, a mesma foi ao STV, no mesmo Bairro e também teve a sua requisição recusada, onde a atendente disse que esse plano só libera de três em três meses.

Quer dizer que hoje as pessoas usam o Plano de Saúde PLANSERV na sua bolsa ou carteira somente de enfeite, pois temos que ter horário para ficar doente, temos que ter quota de doença, pois além de pagarmos coparticipação, eles querem o que agora? Vamos ter que usar a carteirinha só para enfeitar a carteira?

Precisamos o governador Rui Costa reveja essa problemática, pois certamente o nosso gestor não viu esse grande acinte ao segurando de plano que agora não SERV.





Marcelo de Oliveira Souza,IWA -  Salvador - BA - Brasil
Escritor e  Organizador do Conc Lit Poesias sem
Fronteiras.
* 2 x Dr. Honoris Causa em Literatura- FEBACLA e VaeBrasil
membro:
* Da Academia de Letras do Brasil : seccionais  Mato Grosso do Sul / Sul e Baixo Sul da BA;
* Da International Writers and Artists Association -EUA
* Da Academia de Letras de Teófilo Otoni  ;


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* Site do Concurso de 
* Facebook: marceloescritor  ; Instagram:@marceloescritor



Vozes de Aço

Saiu na coluna do Jornal Atarde, Jornal de Maior circulação da Bahia, dia 28/12/18, tira mencionando a nossa premiação na Antologia Vozes de Aço .

Marcelo de Oliveira Souza IwA
2x Dr. Honóris Causa em Literatura

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Mais uma placa de Exposição Permanente do Escritor Marcelo de Oliveira Souza

Nossa placa, com o poema Não Aguentamos Mais,  premiada em Salvador e na República Tcheca, agora está compondo a Exposição Permanente do Escritor Marcelo de Oliveira Souza Iwa, no Condomínio Edgar Santos, em Brotas, Salvador BA.
Agradecemos a Ivan e Rilton  pela presteza.

Quem desejar ter  nossa exposição permanente é só enviar uma mensagem para marceloosouzasom@hotmail.com.

Marcelo de Oliveira Souza Iwa
2x Dr. Honóris Causa em Literatura.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Amor à Francesa!



Amor à francesa

 

 

Em tempos de INTERNET, a paquera tomou conotações digitais, os enamorados na confiança de poder conversar e até trocar imagens, perderam a timidez e a paquera rola solta. Diferentemente de um tempo atrás quando as pessoas faziam amizade por carta e até se apaixonavam, constituindo família via Correios.

Muitas pessoas se enganam e até se expõem à violência por causa das aventuras virtuais, como foi o caso dessa nossa amiga.

Cláudia, mãe solteira, tem uma filha de sete anos de idade, mora com os pais e um irmão, é uma pessoa sonhadora  e  desiludida com o antigo amor, justamente o  pai da sua filha Catarina.

A exemplo de sua amiga que se casou com um estrangeiro,  a moça  resolveu engendrar-se no mundo virtual, com a cara e a coragem.  Comprou  um "net top" somente para encontrar o seu príncipe; inscreveu-se em um site de namoro e mandou "ver" na sua imaginação.

Os dias para a nossa amiga tornaram-se mais curtos, pois "curtir" virou aquele fenômeno da cibernética; conheceu até um francês de meia idade de nome Jean, um tentava falar português e a mulher sonhava fazer biquinho.

A amizade dos dois foi se consolidando, o sonho foi aumentando, ela já não saía mais, pois o fuso horário agora era francês e o mundo virtual.

Os meses foram se passando, ela era muito preocupada com a  sua aparência, porque não se achava a mais  bonita das baianas e não poderia sequer mostrar "o que é que a baiana tem".

Sonhava em fazer plástica para esconder as estrias e muitas outras imperfeições; tentou até fazer uma cirurgia à prestação, mas a sua situação financeira  não estava tão boa assim,  fora que já havia comprado diversos produtos e "esquecido" de pagar, inclusive o "net top".

Dizia que tudo era investimento, pois quando o francês chegar tudo iria mudar, indo para nas nuvens...

Um ano depois de tanto sonho, não é que o gringo tomou coragem e foi conhecer a sua princesa?

Com a desculpa de procurar investimentos no Brasil, ele terminou fazendo pousada na casa de Cláudia, que já havia preparado tudo do bom e do melhor, pena que o bairro dela não ajudava, era em um lugar comercial e perigoso, como em todo lugar que só funciona o comércio, à noite sabes como fica...

A família recebeu o estrangeiro com a maior boa vontade, preparou um verdadeiro "breakfest" para quando ele acordar, com talheres novos, toalhas e tudo que uma pessoa desesperada para agradar alguém  pudesse fazer.

A menina Catarina, pulou  no colo do homem, como se  o conhecesse de verdade, só faltou chamá-lo de "papá", ele sou dava uma risada desconfiada.

O final de semana passou rapidamente, passearam de navio, mesmo demorando horas para o "Ferry Boat" chegar, foram na folia para Itaparica, ficaram na casa de um amigo dela e tentaram se "entender", o pior que esse entendimento era todo no escuro, só o braile podia tentar decifrar esses códigos.

Voltando para o continente, eles  foram para casa e deixaram as  suas respectivas bagagens, após tomarem um banho, ela foi mostrar para o gringo o Pelourinho, andaram aquilo tudo, mas o estômago já estava "roncando", desesperada para almoçar, foi sugerido um restaurante, o pior que ele não queria gastar nadinha, terminou levando-a num boteco para comer um bolinho  de bacalhau com refrigerante, o homem era mesmo mão fechada, a sonhadora era  quem resolvia comprar  lanches, nem acarajé ele queria provar para não "coçar" o bolso, quem não desejaria uma acarajé vindo à Salvador?

As coisas não pareciam ir bem, estavam tomando um rumo estranho, muito estranho... Até o transporte ela teve que pagar para ambos, entrando em um ônibus lotado, ele só sabia dizer "oui...", "oui..." e sorrir...

Chegando à casa da "vendedora de sonhos" o homem foi tomar banho e ficou no "lep top" digitando, não queria nem mais conversar.

A mãe de Cláudia, Dona Teresa percebeu que a coisa estava andando para trás e chamou os dois na "chicha", querendo saber se ele ia assumir a filha e qual era o plano do "casal" para o futuro, mas o homem disfarçava, era escorregadio igual a sabão.

Ao amanhecer, o café da manhã não era mais essa coisa toda, ele chegou até a cobrar o queijinho no pão, mas o pessoal dizia que a coisa não estava boa, pois Augusto, o pai, tinha viajado e não retornara ainda.

Cláudia, cheia de expectativas, preparou uma estratégia para "queimar" uns dias de trabalho, indo ao hospital público da redondeza, para ver se "descolava" um atestado.

Só que nesse ínterim, o francês já estava de malas prontas pra "cair" fora, na  surdina, foi quando Dona Teresa interceptou o incauto e gritou que a filha dela não era cachorro, que sabia que ele não estava muito interessado, mas que teria que olhar nos olhos da sonhadora para dizer o motivo, foi quando tomou-se de coragem e passou o cadeado no portão para impedir a retirada estratégica do homem, à francesa...

A confusão se instalou, a velha Tereza gritava de um lado, ele dizia "oui..." de outro, a menina chorava em outro canto, dizendo que queria conhecer a França e nessa balbúrdia Cláudia chegou com o atestado na mão.

Assustada, perguntou o que estava acontecendo, como se não soubesse, a mãe falava que ele era um enganador, ia sair escondido, à francesa e que trancou o portão até a filha chegar, a mulher disparou uma crise de risos e de choro, até que conseguiu  cair em si.

Jean já estava saindo com as malas, ela o seguiu  correndo atrás, perguntando o motivo, que já estava preparada para casar, inquirindo a razão  da saída, ele disse não gostar o suficiente dela para casar...

A moça começou a "sair" de si, gritando por Deus, chorando e falando em pleno desespero, a vizinhança gritava, urrava...  Enquanto o homem saia de mansinho, "pegando" o táxi e ganhando esse mundão chamado Brasil.

 

 


 

 

 


Marcelo de Oliveira Souza,IWA -  Salvador - BA - Brasil
Escritor e  Organizador do Conc Lit Poesias sem
Fronteiras.
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Mediunidade

Mediunidade

Um cochilo esperado
Voltando ao passado
Vendo um revoltado
Ou outro desesperado.


Acolho e pergunto indignado
Sobre seu sofrimento represado
O perdão não lhe foi dado,
Alguns mortos também sofrem um bocado!
Vemos também o descanso do crédulo amado
Minutos são horas, dias inacabados.

Acordo feliz e regozijado
Pois poucos estão preparados
Para essa viagem de ajuda ao rejeitados
Nesse mundo maravilhoso em todos os lados...


🤔Marcelo de Oliveira Souza,IWA
🤔2x Dr. Honóris Causa em Literatura
🤔 Do blog http://marceloescritor2.blogspot.com
🤔 Instagram: marceloescritor
Boa noite🌚

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Venezuela!


Venezuela!


Veneza pequena, está ela
Grande emblema, singela!
Motriz da América,
Via da janela.
Braço forte,
Com clientela
Petróleo bruto
Na cancela,
Estado ativo
Virando favela.

O Fruto Maduro
Sofre no duro
Distorce o futuro,
Nesse grande enduro,
Não tem futuro...
Sem cair do pé.
Ninguém acode
Nem perde a fé,
O povo grita,
O sofrimento irrita
Até um dia o fruto Maduro
Que apodrece a árvore
Cair na maré!


Marcelo de Oliveira Souza,IwA