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sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Ano Novo, a vida é nova?





Ano Novo, a vida é nova? 

Chegando ao termino do Natal, todos se planejam para o Ano Novo, tantas expectativas, sonhos construídos na esperança para que 2018 os sonhos sejam concretizados, a saúde renovada e a paz reine absolutamente. 
Os anos passam e os mesmos desejos tornam uma constante entre as pessoas de todo o nosso claudicante planeta, que ao vencer o ano passado, pipocam os seus sonhos em forma de foguetes ou champanhe. 
Num final de ano sofrível com tanta confusão, favelas sendo retomadas do tráfico, incêndios, crimes, mortes e todas as máculas que um ano pode apresentar, é preciso muita fé no nosso Salvador para enfrentar o novo ano, principalmente nesse país “democrático” onde é passado para o cidadão que as pessoas podem conseguir tudo que puder, com o poder do seu voto. 
O grande exemplo é o nosso antigo presidente, que conquistou todos de dentro e fora do país, contudo não podemos falar da nova mandatária do país, que foi recebida sob uma nuvem negra, conspirando contra a expectativa do brasileiro, cujo “novo” ministro saiu pelas portas do fundo e voltou imponente, carregando a pasta de chefe da Casa Civil, sob complacência de todos, aplaudindo a sua grande façanha. 
O Ano Novo realmente chegou forte e robusto, igualzinho a todos os outros, justamente por isso temos que comemorar mesmo, quem conseguir chegar ao seu final, pois como estão sendo encaminhadas as coisas, fica difícil taxarmos esse Ano de Novo, porque problemas antigos continuam capengando e se arrastando para nosso amigo novo. 
Tomara que comemoremos a meia dúzia com muito menos alarido e foguetórios, que possamos construir esse ano vindouro com mais justiça e empenho, porque se depender da classe política, só poderemos esperar aumentos de salários abusivos para Planalto com um lindo efeito cascata, mas quem vai engolir todo esse foguetório são os daqui debaixo, da “planície”, que se conseguirem receber um aumentozinho, todo ele será repassado como sempre para os serviços e impostos, e como sempre tornarão o nosso ano o mais real possível. 

Marcelo de Oliveira Souza,iwa



terça-feira, 26 de dezembro de 2017

A Energia do Final de Ano!






A Energia do Final de Ano !


Enfim esse ano cheio de provações vai chegando ao fim, onde nosso país está  passando por muitas dificuldades, por inúmeros motivos.
A gente parece que está a cada ano disputando uma corrida e  quem estiver vivo ou  com suas faculdades íntegras é o grande vencedor.
Em todas as esferas a gente vê plantada uma dificuldade e se a gente não pensar realmente que existe um Deus,  que tudo isso não é por acaso, a gente também não chega com nossa integridade ao final do ano, cujas  energias positivas vão sendo recarregadas, conseguindo  enxergar um mundo que pode melhorar.
Assim é o Natal, nascimento e renovação, onde a esperança num Cristo renascido é a fonte de todo o nosso festejo, sobre o qual  também  temos que insistir em passar para os nossos descendentes, pois o presente nunca será melhor do que a presença.
A presença do nosso melhor amigo, parente, família...  Pois o Natal acima de tudo é a fonte de energia que habita em cada um de nós, onde quanto mais repassamos, mais essa energia multiplica-se, nos corações  de todos!
Assim desprendo-me um pouco dessa minha energia impregnada nas palavras, desejando mais uma fez um Feliz Natal e um Ano Novo cheio de Paz!

Feliz Natal & Próspero 2018


Marcelo de Oliveira Souza,iwa
Do blog http://marceloescritor2.blogspot.com

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

O Último Pilar







O Último Pilar II


Caiu o último pilar
Não conseguimos aguentar
Tempestades no caminho
Fizeram o navio adernar.

Nessa luta constante
Temos que seguir adiante
Na tribulação doravante
De nossa gestora
Sempre iremos lembrar.

Como Zumbi  em seu quilombo
Temos muito a aprender
Palmares é nossa luta
Que nos faz sempre crescer.

Onde quer que a gente esteja
Do passado lembramos
Chega o olho mareja
Mas o importante  ostentamos
Que a alma do Zumbi
Todos nós carregamos
Daqui para qualquer lugar.


Nessa luta desigual
Onde  nem  sempre
O  bem derrota o mal.
Como nosso Zumbi,
Não perdemos nada
Porque onde quer que estejamos
Nessa luta malfadada,
Zumbi dos Palmares
Sempre será nosso lar
E com honra e glória
Vamos entrar para história
Sobre o nosso quilombo
Com sua trajetória
De oficinas e resgate
De um povo triste
Que muita gente nem sabe que existe
Mas com dignidade
Nós o pusemos a sonhar!


Marcelo de Oliveira Souza,iwa
Do site http://marceloescritor2.blogspot.com

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Vencedoras do V Prêmio Literário Escritor Marcelo de Oliveira Souza,iwa





Vencedoras  do V Prêmio Literário Escritor Marcelo de Oliveira Souza,iwa

Primeiro Lugar : Érika LOurenço Jurandy do Rio de Janeiro RJ
Segundo Lugar: Gedalva Neres da Paz de Salvador BA
Terceiro Lugar: Maria do Socorro Cavalcanti de Fortaleza CE

Quem desejar ser informado do próximo concurso é só enviar uma mensagem para marceloosouzasom@hotmail.com


Marcelo de Oliveira Souza,iwa
Organizador e patrono do Prêmio


sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Imaculada Conceição



Imaculada Conceição


Mãe Maria, de nome  Conceição
Esta é a data de alegria
E seguida devoção
Comemoramos em liturgia,
Da praia, o amor irradia...
Força e fé com devoção.

Todos em festa
Lembrando-se da santa com gratidão
Mãe de Jesus iluminado
Que sempre esteve ao seu lado
Durante a sua aflição
Não nos deixa na hora mais difícil
É o poder da nossa oração!

Os fieis  cantam louvores
Na alegria da aclamação.
Mulher santificada...
És pura,  és amada,
Da praia estoura a alvorada,
Vemos no horizonte seu manto
Coisa mais linda, um encanto!
O povo emocionado cai no pranto
Renovando a fé  com emoção
É quando damos vivas!
Com um foguetório simplório
De um  amor simples
Mas é tudo na vida da população.





Marcelo de Oliveira Souza,iwa

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

A Nossa Diarista



A nossa diarista!


Hoje em dia é muito difícil encontrar prestadores de serviços de confiança, independentemente do setor, quando a gente sai do nosso círculo de confiança, o sofrimento é muito grande, não maior do que a desconfiança.
Assim quando procuramos uma diarista, começando aquela dificuldade de ter uma pessoa de confiança entre nós, mas quem escolher?
Após um triste acidente com a nossa vizinha, culminando em sua morte, a gente ficou de olho na diarista dela, que é uma pessoa de confiança.
Fizemos o convite e Dona Janete, estava entre nós, três vezes por semana, onde a mesma já chegou muito falante, como a gente é bem comunicativo, parece que deu certo.
Não teve esse negócio de timidez, o papo já rolava solto, onde a gente tinha que sair correndo se não o trabalho meu e dela ficavam para trás.
O interessante é que onde ela passa as coisas não ficam mais no lugar, na sua arrumação a gente que é o estranho, pois tudo fica em lugar diferente.
Numa de sua história ela disse que não faz faxina para policial, pois morre de medo de tomar carona com ele.
- Se acontecer dos bandidos o identificarem?
Cada casa é um caso novo para ela, como  numa residência onde tinha um papagaio que não tomava água – eu nunca vi isso – ela com pena deu água ao penoso e o bicho sucumbiu ao precioso líquido.
O seu esquecimento é a sua marca, onde ela troca tudo, até panetone já foi pro lixo, na confusão dela com dois sacos, de lixo e o da guloseima.
Quando a filha dela foi ver toda animada o presente do patrão, era um saco de lixo, levando a menina aos prantos, contudo teve badameiro que adorou!
Já foram  para o lixo nessas confusões: chave, celular, sombrinha e agora aquele “bicho” caro da loja especializada em chocolates...
Nessa confusão, chave é brinquedo de perder - não vai só para o lixo - fica em tudo quanto é lugar, mas felizmente a nossa ainda não sucumbiu  ao seu esquecimento.
Celular para ela tinha que ter  seguro, quando não perde, é roubada ou então cai no chão, tem que ser daquele bem resistente e barato, se não é prejuízo certo.
Tem um agora que pegou um vírus, que ela não consegue tirar, quando chega de madrugada, ele sempre grita: “-Mamãe, atende o telefone mamãe!” assustando todo mundo, que ao tocar aqui em casa, já virou piada.
Entre as sua histórias  de diarista, aprendemos a gostar a cada dia mais dela e dessa vez não vai ter saco trocado, vamos comprar o panetone sonhado daquela loja chique mesmo!
A nossa diarista é esquecida, mas dos compromissos conosco jamais se esqueceu, pelo contrário, sempre lembra de dar uma atenção a todos aqui em casa, merecendo o nosso respeito e admiração que nunca iremos esquecer.



Marcelo de Oliveira Souza,iwa