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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Floresta Encantada!


Floresta Encantada!


Tinha uma floresta encantada
Onde a vida era atrapalhada
Não tinha nada certo,
Tudo era diferente
De uma forma atravessada.

Os bichos tinham cara de gente
Gente se comportava  como bicho
Nessa floresta, bem diferente
Os carnívoros comiam folhas
Os herbívoros comiam carne,
Os homens então,
Estavam  em toda parte.

Só que ao serem herbívoros
Não tinha desmatamento,
Éramos   reis da relva,
Mato a todo momento,
A paz era sentimento,
E a vida era vivida,
Sem nenhum tormento.

Não tinha eleição,
Tampouco voto,
A violência era dos cervos,
Mas na servidão da inteligência,
Não tinha nunca negligência,
Morávamos mesmo no mato,
Tudo simples e modificado.

Seu irmão de relva
Sempre ao seu lado,
A natureza é   vida,
E também a   nossa religião,
Não tinha ninguém   revoltado,
Nem com arma na mão.

A gente acordava e voltava a dormir,
Sem preocupação de entrar e sair,
Num mundo tão simples,
Tudo   nessa loucura ...
O que me enche de amargura,
É que o que é bom, não dura,
Logo acordei,
E desse sonho, acordei regozijado.
Pensando emocionado,
Que o que está certo, está certo
E o que está errado
Está completamente errado.

Marcelo de Oliveira Souza,IwA

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Resultado do VI Prêmio Literário Escritor Marcelo de Oliveira Souza,IwA








Resultado do VI Prêmio Literário Escritor Marcelo de Oliveira Souza,IwA



O Prêmio Literário Escritor Marcelo de Oliveira Souza, veio a pedidos de muitos escritores que queriam ter mais essa vitrine, pois somente o Poesias sem Fronteiras é pouco para que todos possam participar a contento.
Sendo assim criamos mais esse evento e já estamos no sexto ano de sucesso, onde não cansamos de agradecer a confiança de todos e todas.
Cada vez mais tem pessoas do ramo cultural abraçando o nosso projeto, se não for como escritor, é como divulgador, fazendo merecer todo o nosso agradecimento, bem como as academias que honrosamente, participamos e fazemos questão de citá-las agradecendo essa oportunidade de ser membro e divulgador das eméritas entidades.

Agradecemos às Academias:


Academia de Letras de Teófilo Otoni MG
Academia de Letras do Brasil – seccional Mato Grosso do Sul
Academia de Letras do Brasil – Seccional Sul e Baixo Sul da Bahia
União Baiana dos Escritores – BA
Escbrás – Escritores Brasileiros – MG  - Léa Lu -
Núcleo Acadêmico de Letras e Artes de Lisboa – Portugal
Academia de Letras e Artes de Arraial do Cabo – RJ


·         Honrosamente, somos membro da Academia de Letras de Teófilo Otoni, quem desejar saber mais informações de como se associar à entidade, é só enviar uma mensagem para meu e-mail.
·         Quem tiver interesse em adquirir a carteira nacional de escritor dos Escritores Brasileiros, também poderá enviar uma mensagem para mim.
·         Contato: marceloosouzasom@hotmail.com



Os vencedores são:


Menção Honrosa:  32. GILVANIO FERREIRA FONSECA -  Amargosa - BA
Terceiro Lugar:   07. Coracy Teixeira Bessa -  Salvador - BA
Segundo Lugar:  33. HELVETI SAUDE LACERDA GOLFETE  Cornélio Procópio - PR
Primeiro Lugar:  48.Antônio Fernandes do Rego  Natal - RN


Parabéns a todos e todas, quem desejar ser informado do nosso próximo evento, que será no ano que vem Poesias sem Fronteiras, [é só entrar em contato conosco, lembramos que nossos eventos são somente esses: Poesias sem Fronteiras e Prêmio Literário escritor Marcelo de Oliveira Souza,IwA

Atenciosamente : Marcelo de Oliveira Souza,IwA
                                 Dr. Honoris Causa em Literatura
                                 Organizador e patrono do evento.

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Sonho de Sete de Setembro










Sonho de Sete de Setembro


Glorifiquemos a Independência 
com orgulho e satisfação 
Um País gigante, de influência 
Formador de opinião. 

Políticos de sapiência 
Que ama o povo e a educação 
Exaltando nossa bandeira 
Símbolo da Nação! 

A virtude da igualdade 
Em cada segmento 
A saúde com recorde de desenvolvimento 
Curando a ferida aberta sem sofrimento. 

Respeito mutuo e contentamento 
Uma grande virada 
no nível de vida 
Bloqueando os ressentimentos. 

O Brasil que é campeão 
Não só no futebol 
Que era homenageado e gritado 
Por desempregados e desdentados. 

Celeiro do mundo 
Exportador de Tecnologia 
O Brasil potente 
Cheio de alegria. 

Acorde ! é só hoje que podemos sonhar 
Amanhã tudo permanece igual! 



Marcelo de Oliveira Souzas,IwA
Dr. Honoris Causa em Literatura
Do Blog http://marceloescritor2.blogspot.com

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Oração de sexta-feira!







Oração de sexta-feira!


Hoje é sexta-feira
Da mesma maneira
Que lembramos da súplica
Lembremos de agradecer.

Na convulsão social
Passamos por intempéries
Que não é normal.
No mundo de expiações
No obscuro de situações,
Não nos abandonastes
Na agonia, na alegria,
Tem sempre nos dado a mão.

Auxilia-nos a aconselhar
Flores no caminho a derramar...
Ao levantarmos, ao nos deitar...

As tribulações do passarinheiro,
No auxílio do dinheiro,
A vitória vem certamente,
Tu estás em nossa mente,
E a sexta-feira vem contente,
Para outra vez descansar,
Seguindo a nossa vida,
Pagando a nossa dívida,
Para um dia nosso mundo  conquistar...




🤔Marcelo de Oliveira Souza IwA
🤔 Do blog http://marceloescritor2.blogspot.com
Bom dia🌤

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Saci


Saci 





Todo dia quando estava dormindo, lá pelas tantas da noite, percebo uma grande confusão, uns meninos gritando, conversando, mas quando a gente está naquela de “levanta-não levanta”, fica parecendo que tem uma tonelada encima da gente e termina passando a noite. 
A gente ouve risadas, gritaria, parecendo um monte de crianças jogando bola. 
- Mas como é que as crianças jogam bola, lá pelas tantas da madrugada e ninguém reclama aqui no fundo do condomínio? 
Essa questão eu teria que resolver sozinho, até que em mais uma madrugada eu vi novamente o tormento das gritarias, mas só enxergava vultos, não conseguia ver nada naquela escuridão em meio às árvores. 
Fiz de tudo para pegar aqueles meninos de surpresa, será que estou ficando doido? Só eu ouço essas vozes de meninos fazendo balbúrdia no quintal. 
Eu falava com a vizinhança e nada de ninguém se pronunciar, decidi colocar até câmera no quintal, mas só pegavam esses vultos, às vezes dava para colocar na câmera lenta e a gente via um capuz vermelho, uma coisa intrigante. 
Eu não sou de deixar nada pela metade, isso já consumia a minha curiosidade por demais e o pior que ninguém acreditava nessa “risadaria” no quintal, contudo eu não desisto, comecei a pesquisar aqui mesmo na web, onde de primeira veio falando sobre Saci-pererê! 
Como eu poderia acreditar nessa crendice de criança, eu assistia na Tv sobre esse personagem da fábula que Monteiro Lobato tanto escrevia em suas obras, mas como sabemos esse tipo de coisa não existe... 
Devia ser algum menino aprontando com aquelas gargalhadas estranhas, mas como não perdemos nada ao tentar, resolvi ir a fundo na “brincadeira” de Saci... 
Dona Web mandou comprar uma peneira de cruzeta, uma rolha de cortiça e uma gaiola, que prontamente fui lá no mercado das Sete Portas, providenciar os materiais para a minha “brincadeira” ou o que quer que possa chamar isso. 
Essa “risadaria” tinha que passar, meu sono é de passarinho e acordo cedo, e ninguém toma providências... 
Fiquei por vários dias tentando encontrar o motivo daquela loucura, percebi que sempre vinha uma ventania muito forte em forma de redemoinho, antes daquela gritaria, fui aprendendo com o tempo sobre esse molequinho, mesmo na desconfiança, ou ele ia preso na minha garrafa, ou eu entrava pelo cano, seria dado como doido ou coisa pior, o pessoal do condomínio já estava desconfiado comigo, sempre de madrugada com aquele material estanho, de peneira e gaiola, eu dizia tanta besteira até que estava caçando mariposa ou procurando ninho de formigas, que horror... 
Mas numa noite bem quente e calma, saiu um redemoinho bem estranho, eu estava no meu posto de plantão, atrás da árvore, não sei o que era, só que pulei no ar e de repente apareceu um capuz, que rapidamente o arranquei. 
- Definitivamente era um Saci!?! 
Foi a maior gritaria, tinha gente na janela gritando e dizendo que eu tinha agarrado um menino da comunidade vizinha, eu até fiquei desconcertado, mas quando as luzes acenderam eu estava lá com um molequinho de uma perna só, todo suado, eu estava ainda com o seu capuz, mas em fração de segundo, veio-me à cabeça, não sei por qual motivo, que seria muito triste esse final para um personagem do nosso folclore. 
As pessoas começaram a descer para ver o que estava acontecendo, de lá de cima me viram todo sujo de terra com um menino, mas quando chegaram, só me viram com um pedaço de manequim marrom, que as crianças brincam de bater aqui no fundo, chamado Astolfo. 
Todo ficaram indignados com a minha “brincadeira” fiquei sendo hostilizado por muito tempo, até minha filha estava recebendo a rebarba, mas eu preferi ser tratado dessa forma do que prejudicar uma lenda e encarcerá-la numa garrafa somente para me exibir. 




Marcelo de Oliveira Souza,IwA 
Dr. Honoris Causa em Literatura 





sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Quem vê Cara não Vê AIDS!





QUEM VÊ CARA NÃO VÊ AIDS



Maurílio era um garoto típico de classe média, filho de um casal zeloso pelo seu filho e atento a todas as suas dificuldades, justamente pelo motivo dele ser o único filho.
Morava em uma casa bastante grande onde tinha até uma pequena piscina e um quarto só seu, com tudo que um garoto podia querer.
Logo quando chegou, fez amizade com uma garota sardenta e de cabelos ruivos, chamada Priscila, que era sua vizinha, filha de pais separados, sentia a mesma solidão do nosso amigo, por isso ambos sempre se entendiam bem.
O tempo foi passando e Priscila foi crescendo e as brincadeiras não tinham mais sentido, principalmente por parte da garota, pois como todos sabem a garota sempre amadurece mais cedo, mesmo ela senso um ano mais nova que ele.
Priscila já se arrumava como uma mocinha, aos quatorze anos, já conversava com outras garotas senão da mesma idade, mais velha que ela.
Enquanto isso nosso rejeitado amigo, já aos quinze anos, tornou-se um rapaz muito solitário e triste, sempre acompanhando sua grande amiga, que futuramente ele descobriu-se apaixonado por ela, mas como o vinculo era quase familiar, a barreira era impossível de ser ultrapassada, até confidências sobre namoradinho Priscila resolveu dizer, como estivesse querendo castiga-lo pelo interesse por ela.
Durante as festas da padroeira da cidade, Priscila aflorou para o amor definitivamente, era a garota mais paquerada da rua, sempre um carro aparecendo para traze-la de volta, ainda ficava lá dentro fazendo tudo que a imaginação permitia conceber dentro daquele veículo.
Era só um ruído de carro aparecer perante a casa dela que Maurílio ficava na vigília, numa tortura atroz, aquilo o matava, não adiantava nem ele tentar disfarçar aquele explosivo amor que batia em seu peito juvenil, pois as garotas apareciam na vida dele de vez em quando mas a sua tristeza d’alma contagiava e transpirava pelos seus poros.
O que fazer quando nós nos apaixonamos por uma pessoa loucamente e essa garota não nos nota, e além de tudo ela é sua vizinha, que foi criada praticamente junto a você?
Nesse dilema, o tempo foi passando e Priscila foi fazendo um grande rodízio, à frente de sua casa só faltava ter parquímetro, pois assim ajudava o “Fome Zero” com o lucro.
Sua mãe não agüentava mais aquela vida, porque sua filha não a respeitava de forma nenhuma, já tinha transformado o quarto dela em um pequeno Motelzinho, onde recebia os seus amantes. O interessante era o quanto mais ela amadurecia ficava mais linda e desejada, o que dava entender que sua beleza ia se eternizar pelo tempo.
Um dia desses quando ela chegara da festa com um dos paqueras, houve um desentendimento não sei o porquê, mas pareceu que era algo sério que até palavrões saíram daquela boquinha linda, proferindo ofensas ao parceiro.
Só que esse homem era policial e não estava para brincadeira, pois ele percebeu que todos os homens que passavam por ela eram mera marionetes, e ele não estava a fim disso, ameaçando-a de morte se resolvesse descarta-lo.
O medo foi tão grande que ela resolveu mudar de casa morando logo na casa de Maurílio, como era de um tamanho razoável, dava para esconde-la um certo tempo se ela não pusesse mais o rosto para fora da residência.
Durante um certo tempo foi assim, o que serviu para Maurílio tentar aborda-la e conseguir a sua tão sonhada noite de amor.
Um dia, em que seus pais estavam na casa de praia, Maurílio se declarou falando tudo o que passara longe dos braços dela, que sempre a amara, o que surpreendeu Priscila totalmente, pois ela nunca imaginara esta situação insólita.
Não demorou muito, eles já estavam na cama onde Maurílio provara de todas as delícias que ela proporcionara aos seus inúmeros namorados.
No outro dia foi a coisa mais romântica do mundo, ele aparecera com um grande cardápio de café da manhã, inclusive todas as cartas de amor que escrevera para ela sem ter coragem de entregar.
Quando ele voltou da faculdade pela noite não encontrou ninguém em casa ela tinha deixado um recado dizendo que tinha que procurar a polícia e não podia continuar mais se escondendo, para assim poder desfilar com o verdadeiro amor da sua vida. Foi aí que ela nunca mais voltou, somente aparecendo na coluna do obituário do jornal, onde tinha sido atropelada por um carro desconhecido.
Depois de muito tempo nosso amigo resolveu se isolar do mundo, indo morar na casa de praia dos pais.
Mas não demorou muito, começou aparecer um monte de doenças, mal curava uma já aparecia outra, as manchas na pele eram uma freqüência. Houve um dia que teve que se internar, pois o seu caso era periclitante, sendo diagnosticado AIDS, o que não demorou muito e faleceu...
Seus pais estavam inconsoláveis, mas tinham que se conformar pois a vida tem que ser bem cuidada e às vezes um simples escorregão nos deixa beirando o caixão.
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Uma campanha em prol da SAÚDE!
Do Livro de versos e textos: Romaria p.54/55 2007
Fundação Luiz Ademir


Marcelo de Oliveira Souza,IwA
Dr. Honoris Causa em Literatura

sábado, 11 de agosto de 2018

Feliz Dia dos Pais!




Premiação!


Amanhece o dia
Hora da separação,
Meu pai inicia
A sua programação.
Não tem chuva
Que se cria,
Tempestade é alegria
O mar se agita,
Nessa confusão.
O chefe grita:
- Vai adernar
Aquela embarcação!

Na persistência dos fortes
Ele insiste na salvação
Não tem chuva, ou tempestade
Para cumprir a missão.

Na dificuldade de todos
Da  força,  fez-se união,
Com toda vicissitude
A luz de Deus é proteção.

Da dificuldade
Vem a vitória de verdade.
Quando nosso pai volta de sua ocupação,
A gente comemora com emoção.

Regressando  para a  família
Depois de tanta tribulação,
Ele vem firme e forte
Com amor no coração.

Sua aventura   contada, recontada...
Onde nosso pai é nossa premiação,
Numa lembrança forte e ativa
Nos tornou fortes,
Diante de qualquer situação.




🤔Marcelo de Oliveira Souza IwA
🤔Dr. Honoris Causa em Literatura

FELIZ DIA DOS PAIS!