Ajuda na manutenção do blog: Conta Poupança 5920-0 Agência 3679-0 Para Marcelo de Oliveira Souza

sábado, 25 de maio de 2019

Concurso Literário Poesias sem Fronteiras homenageado em evento de Capanema PA

🤔Personalidade de Destaque Cultural Poesias Sem Fronteiras, Conceição Maciel e a Secretária da Cultura Janete Moreira  apresentando os livros dos Nossos eventos Concurso Literário Poesias sem Fronteiras e Prêmio Literário Escritor Marcelo de Oliveira Souza, durante uma cerimônia de comemoração aos nove anos de cultura, na criação de Academia Capanense de Letras .
Capanema Pará Brasil.

🤔Marcelo de Oliveira Souza, IwA
🤔Quem quiser ser informado sobre o nosso próximo evento é só enviar uma mensagem para marceloosouzasom@hotmail.com

sexta-feira, 24 de maio de 2019

O OVNI de Pirituba



O OVNI  de Pirituba


Num dia de domingo, numa cidade chamada Pirpirituba, Paraíba, que fica a cerca de 2.700 km da capital,  ia ter um encontro de jovens, onde um grupo de adolescentes se preparava  animadas   para seguir um evento religioso, eram   quatro pessoas, duas delas eram irmãs, Rosângela, Betina, as outras de nome Glória e Creusa, eram parentas afastadas. Como esses eventos são bastante concorridos, principalmente nas cidades do interior desse nosso querido e imenso nordeste, elas  acordaram cedinho para seguir viagem, visto que a citada cidade ficava a uma boa distancia de onde elas residiam.

Elas seguiram de ônibus, que passavam pertinho da casa de Glória, ao chegarem, foi a maior festa, pessoas que não se encontravam há bastante tempo, se reviram, mataram a saudade, em meio a muitos cânticos e louvores ao Senhor, foi bastante animado, mas como tudo que é bom, um dia chega ao fim e horas divertidas voam, o tempo passou rapidinho...

 Já por volta das 18 horas, ao cair da tarde as nossas quatro desbravadoras  já estavam retornando...

Só que as irmãs não queriam voltar de ônibus, queriam voltar num trator que tinha uma carroceria que levava pessoas, cujo itinerário era justamente a fazenda onde uma delas morava, onde Betina argumentou que era mais vantagem, não ia pagar nada, ainda iriam se divertir no percurso, aproveitaria o dinheiro para comprar algo interessante para elas, ainda dava para economizar para o evento do outro mês.

Entretanto esse combinado era somente entre elas esqueceram  de falar com o condutor do veículo, que resolveu dormir na casa da sogra, num povoado de nome Chico Salvador, onde as garotas tiveram que seguir caminho até a fazenda onde iriam pernoitar, estava o maior breu, todas caladas, cada uma com seu pensamento, mas para não começar uma interminável discussão, seguiram a jornada, tendo que passar por uma por uma porteira que era conhecida por ter um "anjo" que chorava, esse local era justamente onde tinha falecido uma criança, filho de uma mulher que todos achavam que não tinha seus pensamentos  em ordem. Tinha um pé de uma frondosa árvore, com um tronco bem grande e imponente.

Gloria já estava lembrando    da história desse anjo choroso, mas continuava aquele silêncio fúnebre, acompanhando a caminhada das garotas...

Quando passaram pela porteira principal daquela fazenda, elas desceram uma ladeira, e acharam estranho que as lâmpadas ainda estavam apagadas, estavam   pertinho de um açude, que agora estava bem cheio, visto que tinha chovido bastante na região.

Ao desceram a ladeira, dava para enxergar de longe uma vila, só que naquelas imediações, nossa amiga Glória, olhou para cima e viu uma imensa bola de fogo, ela achou que poderia ser um balão, cujo  pessoal  da  referida vila tinha "soltado" , porque  nessa época de maio, junho...  acontecia muito isso.

Ao passar num local  chamado "mata-burro" o tal do objeto já não estava lá, vinha acompanhando-as, todas estavam  ainda chateadas com a situação, sem saber que essa situação ia piorar mais ainda.

Elas passaram por um riacho que por sua vez era a divisa entre as duas fazendas, onde o grupo se dirigia,  chegando ao seu destino, elas abriram a porteira, todas tão caladas, como assustadas, o silêncio não era mais por causa da desventura do trator, virou apreensão pelo fato de estarem  sendo perseguidas  por um OVNI, elas olharam para a montanha onde foi feito o avistamento, não viram nada,  porém  quando olharam para cima, viram uma bola imensa, encima da cabeça delas, com uma fagulhas caindo.

Uma delas gritou!

- Um disco voadorrrrrrrr!

Saíram correndo da forma que podiam, avistaram perto de uma mangueira uma cacimba, cheia de mato e foram ali que se jogaram, não queriam nem saber a profundidade, as garotas começaram a chorar, rezar, gritar e todo tipo de sortilégio de coisas onde o desespero mandava, pois o objeto estava ali logo acima delas soltando um ruído ensurdecedor...

Depois de muito tempo, fez-se um silêncio, só dava para ouvir o canto de uma coruja, acompanhada pelo barulho dos grilos.

As garotas resolveram sair da cacimba, que para sorte delas estava desativada, também não era profunda, apesar de muitos arranhões e picadas de insetos, deixaram  aquele lugar praticamente incólumes, seguraram uma na mão da outra, e saíram por debaixo das mangueiras, tentando se esconder do objeto que já não estava mais por lá.

Ao chegar ao seu destino começaram a gritar por socorro, esmurrando a porta de casa, onde os pais de Glória abriram-na intrigados por tamanho desespero, quando elas falaram sobre o caso.

Os seus  genitores  até  que compreenderam  sobre o  avistamento, mas o que não compreenderam foi o fato delas não pegarem o transporte de volta para a fazenda delas,

vindo de trator, onde o castigo não veio só "a cavalo" , veio dobrado,  porque além de passar muito tempo falando com aquele "rosário"  de sermão que só os pais sabem fazer, ficaram de castigo e só iriam para outro  evento desse quinhão,  somente quando o próximo disco voador aparecer.






Marcelo de Oliveira Souza,IWA -  Salvador - BA - Brasil
Escritor e  Organizador do Conc Lit Poesias sem
Fronteiras.
* 2 x Dr. Honoris Causa em Literatura- FEBACLA e VaeBrasil
membro:
* Da Academia de Letras do Brasil : seccionais  Mato Grosso do Sul / Sul e Baixo Sul da BA;
* Da International Writers and Artists Association -EUA
* Da Academia de Letras de Teófilo Otoni  ;


*******************************************
* Site do Concurso de 
* Facebook: marceloescritor  ; Instagram:@marceloescritor



quarta-feira, 22 de maio de 2019

Dia do Abraço

🤗Abraço



Gesto magnânimo de abraçar
Não gasta, não dói, só praticar
O abraço, braço no braço
Tira dor, tristeza, cansaço.
Tudo ganhamos ao compartilhar
Amor, vida, união, conquistar...
A humanidade irradia alegria.
Num abraço em um só dia
Imagine todo dia
Onde o abraço é aço
Num sentido forte a eternizar.


🤗Marcelo de Oliveira Souza Iwa

🤔Do blog http://marceloescritor2.blogspot.com
🤔Instagram :
marceloescritor
🌚boa noite!

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Segundo Lugar no XV Concurso Literário Poesias sem Fronteiras

🤔Parabéns André Abreu e Silva, segundo lugar no XV Concurso Literário Poesias sem Fronteiras, que vai receber em sua residência : Certificado + poesia publicada em destaque na Antologia e no site oficial do concurso + livro Artesanal Mundo Poético + chaveiro do Olodum + imã literário + Carteira de Escritor EscBrás
🤔Além disso receberá o  livro de Antologia do nosso evento
🤔Quem desejar ser avisado sobre o nosso próximo evento, é só enviar uma mensagem para marceloosouzasom@hotmail.com
🤔Marcelo de Oliveira Souza , IwA
🤔2x Dr. Honóris Causa em Literatura

domingo, 19 de maio de 2019

Exposição Permanente na AABB Salvador

🤔Nossa Placa com o texto Não Aguentamos mais! Agora está com sua exposição permanente no restaurante Caiçara na Associação Atlética Banco do Brasil,Salvador BA,  agradecemos a Gener, pela oportunidade.
Quem desejar ter uma  exposição dessa gratuitamente é só mandar uma mensagem para marceloosouzasom@hotmail.com
🤔Marcelo de Oliveira Souza,IwA
🤔2x Dr. Honoris Causa em Literatura.

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Premiação no V Encontro Internacional de Culturas Lusófonas

🤔O escritor português Diamantino  Bartolo recebendo o diploma e medalha de Destaque Cultural em Lisboa, Portugal  em nome de Marcelo de Oliveira Souza,  durante o Expoemas do V Encontro de Cultura Lusófona em Odivelas Portugal, Agradecemos a sua presteza, bem como a todos e todas que acompanham meu trabalho .

🤔Marcelo de Oliveira Souza,IwA
🤔2x Dr. Honoris Causa em Literatura

A Poesia e a Educação

🤔A Poesia e a Educação


Nesse mundo de conexão
Muita coisa se aprende
Só prestar atenção !
Maravilhosa é a tecnologia
Na educação é maravilha que irradia,
Temos que saber utilizar,
Tão importante quanto a arte de rimar.

A Poesia é vida que inicia,
É História, literatura, bela sinfonia ...
No mundo da matemática ou da linguística, quem diria!
A poesia nos  ensina com maestria,
Qualquer assunto, vira poesia !
Agora com a tecnologia
O ciclo todo se fechou,
Quem rimou, amou !
Nessa conexão 
A sensibilidade de rimar
É matéria base
Para nossa educação avançar!
E quem sabe um dia
Veremos nosso trabalho
Declamado com  maestria,
Exprimindo a metalinguagem
De aprender com alegria!


🤔 Marcelo de Oliveira Souza, IwA
🤔2x Dr. Honóris Causa em Literatura
🤔Do blog mareliescritor2.blogspot.com
🤔Instagram : marceloescritor

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Terceiro Lugar no XV Concurso Literário Poesias sem Fronteiras

🤔Parabéns Paulo Caruso,de Niterói RJ; Terceiro lugar no XV Concurso Literário Poesias sem Fronteiras!
🤔Receberá em sua residência: um certificado + Revista Literária da Academia de Letras de Teófilo Otoni MG + ímã literário + Texto em destaque no livro e no site Oficial do concurso.
🤔Além do seu livro da Antologia do XV Concurso Literário Poesias sem Fronteiras
🤔Quem desejar ser avisado sobre o próximo evento, é só enviar uma mensagem para marceloosouzasom@hotmail.com


🤔Marcelo de Oliveira Souza, IwA
🤔organizador do evento
🤔2x Dr. Honóris Causa em Literatura

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Nosso texto em Homenagem ao Dia das Mães no Poesia Geométrica

Homenagem ao Dia das Mães



Abacate 

Quebrando o silêncio da madrugada, 
A colher trabalha agitada 
A cozinha iluminada, 
Ela acorda, mesmo cansada, 
Sem dormir a noite toda 
Com sua saúde prejudicada... 

Era um medo de nunca ser lembrada... 
Ela não imaginava 
Que o abacate não era nada 
Mas ao mesmo tempo 
Dizia tudo... 
Nessa música enrolada, 
Com a fruta machucada... 
Ela produzia sons que desenhavam 
Para a eternidade... 
O amor em forma de colherada. 


* Homenagem a minha mãe no seu dia!

Marcelo de Oliveira Souza,iwa

2x. Dr. Honoris Causa em Literatura

Instagram: marceleoscritor






Marcelo de Oliveira Souza,IWA -  Salvador - BA - Brasil
Escritor e  Organizador do Conc Lit Poesias sem
Fronteiras.
* 2 x Dr. Honoris Causa em Literatura- FEBACLA e VaeBrasil
membro:
* Da Academia de Letras do Brasil : seccionais  Mato Grosso do Sul / Sul e Baixo Sul da BA;
* Da International Writers and Artists Association -EUA
* Da Academia de Letras de Teófilo Otoni  ;


*******************************************
* Site do Concurso de 
* Facebook: marceloescritor  ; Instagram:@marceloescritor



segunda-feira, 6 de maio de 2019

Alba Santos Menção Honrosa Internacional

🤔A partir de hoje, toda segunda-feira liberaremos um resultado  do XV Concurso Literário Poesias sem Fronteiras, até liberarmos todo o resultado.
🤔 A premiada de hoje, foi Alba Santos, Menção Honrosa internacional, de Madrid Espanha.
🤔Premiação: Texto Publicado no site e blog oficial do concurso + certificado + chaveiro do Olodum + livro Mundo Poético
🤔Também receberá em sua residência a Antologia do XV Concurso Literário Poesias sem Fronteiras.
🤔 Quem desejar ser avisado sobre o nosso próximo concurso é só enviar uma mensagem para marceloosouzasom@hormail.com

🤔Marcelo de Oliveira Souza,IwA
🤔2x Dr. Honóris Causa em Literatura
🤔Organizador do Evento.

sábado, 4 de maio de 2019

Quarta exposição internacional da Literarte

🤔Nossa placa com o texto Mediunidade, na Quarta Exposição Literária da Literarte, com a curadora Izabelle Valadares em Genebra Suiça. Hoje.

🤔Marcelo de Oliveira Souza, IwA.

sexta-feira, 3 de maio de 2019

Amor Insuportável!


Amor Insuportável 

Numa das infinitas cidades interioranas do Brasil acabava de nascer Débora, Filha de um casal que mora na roça, a mãe, Rose, trabalha vendendo cosméticos de uma multinacional famosa, o pai, Vilson, é caminhoneiro, trabalhando para uma empresa local, transportando tudo que fosse possível. 
A garota foi crescendo, mas parecia ter uma saúde deficitária, por esse motivo a sua genitora fazia todos os serviços domésticos para ela, pedia até ajuda à sua irmã, mais nova, Selma na difícil rotina de cuidar do lar e trabalhar, principalmente quando o seu filho mais novo nascera, o garoto Vilson Júnior, passando-se a ser chamado de Ju. 
Como a vida na roça estava se tornando cada vez mais difícil, eles resolveram mudar-se para a cidade, mesmo de interior na zona da caatinga, tinha o mínimo de conforto. 
Foi a maior alegria, a novidade da família, enquanto isso a nossa menina ficava cada dia mais linda, mas ela era muito geniosa, afrontava a mãe de todas as maneiras, Rose por sua vez escondia os distratos da garota para com ela, não contava para Vilson a maneira como era tratada, ele já chegava cansado das suas inúmeras viagens e ficava tudo mais conveniente. 
O tempo passara, as coisas não iam modificando, a garota não tirava uma louça da mesa, era só levantar para ir ao colégio, voltava, estudava, dormia... 
O irmão Jú via todo esse mau comportamento, eles tinham uma diferença de idade de sete anos, mas observava que não era comum, esse comportamento... 
Logo quando a nossa garota tirara o segundo grau, todos diziam que alcançara o objetivo, já estava "formada" para a vida, foi nessa época mesmo que ela conheceu Tomas, e resolveram "namorar na porta" - como falam na região - o romance era um corre-corre, pois o ciúme abalava o jovem casal, ambos tinham dezoito anos de idade, e a nossa amiga, dizia que ganhara a independência, pela idade. 
Vilson, dizia que independência era só depois do casamento, pois enquanto estiver no lar dos pais, tinha que se sujeitar "às normas da casa". 
Então ela pensou com seus botões: 
- Se o jeito é casar para ganhar liberdade, vamos em frente... 
Débora e Tom num instante se casaram, a família de ambos estava toda reunida e resolveram partir para casar no civil, o noivo não tinha muita abertura com a família dela , entrava mudo e saía calado, mas se o plano era esse, eles resolveram seguir em frente e mudaram-se para São Paulo, para arranjarem um emprego. 
Depois de uma semana após o casamento, eles foram embora, para a "terra prometida", seguiram em frente e sumiram pela estrada na linha azul... 
Não demorou dois meses, a garota aparece chorosa, dizendo que não dava certo o relacionamento, pois o marido a largava em casa e ganhava o mundo paulistano. 
Chegou mansa em casa, mas depois de uns dias começou a viver a boa vida, parecia retornar ao passado, no seu mundo adolescente cor de rosa, não fazia nada, era só da televisão para a cama, da cama para a ruaaaaaaaaaaaaaaaaa... 
Chegava altas horas da noite, os pais quando reclamavam ela dizia ser dona do próprio nariz, pois já fora casada e tinha responsabilidade. 
O pai não ficava muito em casa pela profissão, o irmão, que pegava embaixo, fazia todos os serviços da casa para ajudar a mãe, mesmo assim a sua genitora não valorizava o que ele fazia. 
A atenção maior era só para a problemática filha. 
Um dia desses ela se interessou pelo amigo do irmão, José, tinha vinte anos, quatro anos mais novo que ela, estava como a garota gostava, pois como a preferência dela era por novinhos para ser dominado, o amor estava no ar! 
Só que o rapaz era filho de um casal que era desafeto dos pais da moçoila, assim a confusão se instalou, a mãe do namorado ia constantemente procurar confusão na frente da casa dos pais dela e dizia que esse relacionamento não ia perdura muito. 
O pai de Débora custou a aceitar, já que a mãe aceitava tudo, mas depois de um bom tempo de confusão, Tom, como era carinhosamente chamado, foi implorar ao pai dela que eles ficassem juntos, onde tudo terminou bem. 
Casal formado, estava tudo num mar de rosas, mas como a nossa querida garota não estava feliz com nada, ela passou a sair escondido do namorado, quando ele viajava para a cidade vizinha a trabalho - tinha entrado numa mineradora – para fazer escavações. 
A cidade toda ficava sabendo do comportamento de Débora, o namorado não acreditava, ainda quando ele questionava, ela dizia-se ofendida e começava a gritar e chorar, estapeava o rapaz, fazia de tudo, até o pedido de desculpas sair do sofrido minerador. 
As confusões eram diárias, ele já era totalmente manipulado por ela, até o cartão bancário do suado salário do sofrido moço, ela possuía. 
Todos viam o sofrimento do rapaz, já tinha dois anos de "romance", o casamento não saía pois ela não tinha interesse em assumir nenhuma responsabilidade, pois o reino era o lar dos pais, com um irmão apático, um pai ausente e uma mãe permissiva que tinha medo da própria filha. 
Estava tudo com era queria, até um "namarido" desorientado achou! O que queria mais? 
Contudo as brigas eram frequentes, Tom saia falando para todo mundo que não aguentava mais, que ia largá-la no outro dia, mas as coisas continuavam e essa forma insuportável de amor dura até hoje... 
E até hoje ele diz para todos que esse amor é insuportável e que não vai passar de amanhã a decisão final. 










Marcelo de Oliveira Souza,IWA -  Salvador - BA - Brasil
Escritor e  Organizador do Conc Lit Poesias sem
Fronteiras.
* 2 x Dr. Honoris Causa em Literatura- FEBACLA e VaeBrasil
membro:
* Da Academia de Letras do Brasil : seccionais  Mato Grosso do Sul / Sul e Baixo Sul da BA;
* Da International Writers and Artists Association -EUA
* Da Academia de Letras de Teófilo Otoni  ;


*******************************************
* Site do Concurso de 
* Facebook: marceloescritor  ; Instagram:@marceloescritor



terça-feira, 23 de abril de 2019

Cordel do Meu Sertão


Cordel  do meu Sertão!

Dentre tantas pessoas lindas,

Uma  me chamou atenção,

Para Girleide me dirigi,

Nos    tornando união!

A ponta da História

É uma grande explicação!

Não conhecia de forma  nenhuma

Em Serrinha bateu paixão!

Vaquejada de homem besta

Que caiu de emoção

Me  abriu a porta do Mundo

Da terra de Lampião.

Agripino é o nome dele

Que derrubava touro  a mão,

Ninguém conseguia isso

O Velho era um furacão.

Tinha uma casa invocada

Era Fantasma ou festa

Que varava na madrugada?

Ninguém sabia não!

Seu  filho bem diferente

Mais esperto que pensava a gente,

Plantava na minha frente

Uma saca de feijão.

Invocado de repente,

Perguntei, para ele:

- Renato, esse milho vai derreter?

Ou é insolação?

Sei que o meu juízo derretia,

Que daquilo na dava para crer

O Milho reproduzia,

Dando uma bela plantação.

Valentina sempre forte

Era a sua companheira

Na roça ou na ribeira

Tinha sempre coração.

Foi crescendo um mundão

Na Terra do meu sertão,

Bicha  seca de danar,

Que produzia tudo

A  seu tempo...

Na hora da precisão.

A Rita, sua filha  ninguém conhece,

Mas eu vou apresentar,

Nossa amiga querida

Bem prendada, vendedora  desbravada

Bota a mão na boca, dando  risada

No almoço do domingão.

Fez sucesso em Salvador

Mas com Valter veio Casar,

Terra do nosso Senhor

Com dois filhos veio ficar,

Na mais perfeita união.

Rubi, mulher retada,

Era miudinha a danada,

Com aqueles olhos verdes

Ficava encantada

Com tudo que eu dizia

Cada  hora, uma  risada.

E hoje forte,  firme sempre tem a solução.

Walbinho, meu sobrinho

Era tão pequenininho

Corria a casa toda

Quando aprontava vinha

de mansinho,

Ficava lá no cantinho,

Caçando atenção.

Quase  deitadinho:

-Alguma coisa houve?

- Vá vê rapidinho!

Hoje tá maior  do que eu

A Engenharia conheceu

Talento do meu Sertão!

Tudo se multiplica

O Broto brota do nada

Para alegria da rapaziada,

Coquinho em forma ornamentada:

Anel, pulseira, gargantilha...

A arte sendo testada...

- Logo, mais um dote de plantão!

A  Ni que é  Maria

Batendo o   Côco  todo dia

Na pedra da varanda, alegria

Cada pedaço trazia a mão

Daiane logo comia,

Com Lucas, seu Irmão.

Todo    mundo tem que se virar,

Quanto mais no meu sertão

Nem é  toda hora que tem plantação!

Me   lembro logo de Nildo

Que penou  contratação,

Lá de cima fazia pose

Nas sacas de feijão,

Garantindo a plantação,

E a seca veio de novo,

Em São Paulo tem motivação.

Ivanzinho, seu irmãozinho

Sempre mudo e  quetinho...

Virou um grande garanhão,

Não tem idade  pro  carinha

Nova ou velhinha

Ele solta sua canção!

Não me pergunte como,

Que essa música agrada

A legião de fãs aumenta

Sucesso da mulhereada.

Que chora de emoção!

Tem o Rosinaldo

Que não contei,

Único filho do Rei

Sucesso garantido.

Seu reinado é sua estrada,

Construído   o futuro

Para alegria da população.

Seu filho no mesmo caminho

De forma  alternada.

- O muro sai prontinho!

Resolvendo a empreitada.

Fez-se uma coalisão.

Tem mais gente ainda,

Que Deixei pro São João

Cordel que se preze

Tem que falar dessa estação.

Ilma toda arrumada,

Fazendo apresentação

Na "dança da motinha"

Todo mundo dando a mão,

Não consigo esquecer

Dessa ocasião,

Que de um  ato bem simples

Vira a maior sensação.

O Forró comia solto

Com frio no meu sertão

Alegria minha gente,

Que  Clei é comemoração.

Mulher guerreira

Caçula de toda maneira

Minha grande paixão.

Hoje é empresária

E ainda vive correndo,

Mas se eu precisar vai continuar  correndo

Em minha direção.

Ziane é bem fechada

Enigma e concentração

A cópia de Girleide

Está lá no Sertão!

Ainda tem uma que já se foi,

Uma grande inspiração,

Três nomes em uma só,

Nei sempre me ouvia

Com admiração,

Saudade  sempre fico,

Seu nome  multiplico

A cada ocasião.

Por tudo isso

Grito bem forte!

Carioca  sou da gema

Baiano de porte.

Mas eu pergunto aos amigos

De jornada,

Depois dessa História apresentada:

-  Tem coisa melhor que Sertão?

Marcelo de Oliveiras Souza,IwA

2x. Dr. Honoris Causa em Literatura







Marcelo de Oliveira Souza,IWA -  Salvador - BA - Brasil
Escritor e  Organizador do Conc Lit Poesias sem
Fronteiras.
* 2 x Dr. Honoris Causa em Literatura- FEBACLA e VaeBrasil
membro:
* Da Academia de Letras do Brasil : seccionais  Mato Grosso do Sul / Sul e Baixo Sul da BA;
* Da International Writers and Artists Association -EUA
* Da Academia de Letras de Teófilo Otoni  ;


*******************************************
* Site do Concurso de 
* Facebook: marceloescritor  ; Instagram:@marceloescritor



domingo, 14 de abril de 2019

África, Brasil e espiritualidade

Novo texto publicado no jornal O Boêmio. Confira seguindo o link abaixo. Gratidão! Eduardo Waack


Ser justo num mundo onde todo mundo acusa e aponta antes de saber as duas partes. Ser calmo e explosivo ao mesmo tempo, mas ter um coração enorme onde cabem todos que procuram minha ajuda espiritual." Assim Jéfferson Ty Ayrá define-se como filho de Xangô. Nascido em 30/01/1990, seus pais são Marlene e José Rubens Rodrigues. Por sua atuação em prol da consciência negra recebeu em 2017 na Câmara Municipal de Matão a Medalha José do Patrocínio. Jovem batalhador e idealista, superou obstáculos e obedeceu aos chamados de seus ancestrais, tornando sua existência um apostolado pelas liberdades de expressão e religiosa. Vamos conhecê-lo!

 

https://jornaloboemio.wordpress.com/2019/02/27/jefferson-ty-ayra-africa-brasil-e-espiritualidade/