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terça-feira, 31 de dezembro de 2019

Feliz Ano Novo!

🌿Ano Novo! 

Ano Novo é data de reflexão
A contagem regressiva 
Dedos contados na  mão.
Povo reunido na partida
Outros solitários de coração.

Hora da virada
Tempo de união
O Ano é Novo
Chance de reconciliação.

O tempo passa
Todos na expectativa
O cronômetro a rodar
Nosso pensamento vai girar
O Ano Velho, resignação.

O Ano Novo vem 
A mesma vida nova
O guarda-roupa se renova
Todos com o positivismo
Da trajetória da emoção.

O Ano Novo em suas facetas
Muita festa ao nascer
Que São Lázaro  nos guie,
Não nos deixe perecer
E nos dê força, saúde e determinação!


🤔Marcelo de Oliveira Souza,IwA
🤔2X Dr. Honoris Causa em Literatura
🤔instagram: marceloescritor

🌿FELIZ ANO NOVO!

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Mosquitão!






Mosquitão

 

Num desses subúrbios de Salvador, existe uma família muito especial, lá na Rua dos Prazeres, numa casinha verde e amarela,   D. Silvia  vivia com duas  filhas - Brenda e Carla -    em plena  adolescência ela precisava  muito trabalhar,  pois o seu esposo . Cláudio, teve um grave problema de saúde por causa do grande vilão de hoje em dia,  o Aedes Aegypti,  estando internado  com dengue hemorrágica.

Justamente ela,  que trabalha como agente de saúde,  teve gente de dentro do seio  da sua família infectado com essa doença.

Mas o grande malfeitor dessa história não foi nem esse inseto asqueroso, foi  o seu vizinho Mário, que teima em deixar água empoçada nos vasos de planta, ele e sua família costumam dizer que isso é propaganda do governo para vender remédio, mesmo com sua irmã Dulce acamada com a tal da Zica dos infernos!

Aquela rua dos Prazeres já estava se transformando  na  rua  do Aedes, enquanto uns tratavam o seu terreno adequadamente, tinham outros que seguiam a cartilha de Mário, inventavam um monte de desculpa para jogar lixo pela janela, a gente só via garrafinhas pet, tampinhas, copinhos de sorvete, tudo que não podia, sair pelas suas respectivas janelas, ganhando o mundo.

Maria  e Chupeta eram as duas  filhas  de Mário, elas  engrossavam a fila da falta de educação, como filho de peixe, peixinho é...

Só que na  escola que eles estudavam, já estava fazendo campanha há muito tempo sobre essa problemática, a professora de ciências deles, Márcia  fez um projeto muito legal e trouxe um monte de depoimento de pessoas que pegaram  Zica, Chickngunya, Dengue e até trouxe uma criancinha com microcefalia, juntando  a comunidade local para assistir tudo.

A nossa amiga agente de saúde deu um depoimento emocionante, falando da dificuldade de trabalhar com esses vizinhos que veem na Tv, que não pode jogar lixo pela janela,  que deve-se cuidar do seu terreno, tirar água dos vasos, mas nem por isso eles fazem, disse que tem gente que pegou dengue  três vezes, mas continua a deixar água empoçada, ainda por cima não deixa nenhum agente de saúde entrar em sua residência, fazendo pois,  tudo errado.

Sua  filha Brenda,  que também estuda nessa escola, disse que seus colegas pensam da mesma forma e é muito difícil fazer a conscientização, porque no Brasil quem faz o certo é taxado como abestalhado, ou até de maluco.

A professora  Márcia  intercedeu e dizendo que não podemos deixar esse tipo de desânimo aplacar o desejo de reagir diante dessa epidemia.

Mário estava lá e foi logo levado à berlinda, sendo perguntado por que ele fazia tudo errado, pondo em perigo toda a saúde da comunidade, ele desconversou, dizendo que eram as meninas que faziam isso, Maria e Chupeta logo reagiram e ainda  disseram que ele deveria ter vergonha que esse ato deplorável era exemplo dele e aí a confusão se instalou, precisou a diretora da escola interferir,

Diante de tantas imagens tristes: hospitais superlotados, criancinhas com microcefalia, frascos de insetos gigantes   zunindo, até as pernas começaram a coçar.

As acusações mútuas se sucederam até que Carla, que não era de falar muito deu um grito:

- Cala a Boca mosquitão!

A baderna voltou, Mário saiu de mansinho, mas o apelido pegou e quando ele ia jogar algo pela janela tinha um zunindo, zunindo..

Ele já dormia pensando   nesses mosquitos, era cada mosquitão maior do que o outro, chegava até sonhar que estava deitado, abraçado  com um desses monstros...

 Até que ele se tocou e terminou se consertando, até mesmo ajudando os vizinhos a cuidar de seus próprios terrenos, criando até um pomar num lugar onde só havia lixo e chorume, sendo um grande exemplo para todos os moradores daqui dessa cidade e de outras também, porque não basta união e esclarecimento, basta ter força de vontade e acreditar que juntos podemos melhorar.

 

 

 





Marcelo de Oliveira Souza,IWA -  Salvador - BA - Brasil
Escritor e  Organizador do Conc Lit Poesias sem
Fronteiras.
* 2 x Dr. Honoris Causa em Literatura- FEBACLA e VaeBrasil
* Delegado Cultural  Internacional EscBras
membro:
* Da Academia de Letras do Brasil : seccionais  Mato Grosso do Sul / Sul e Baixo Sul da BA;
* Da International Writers and Artists Association -EUA
* Da Academia de Letras de Teófilo Otoni  ;


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* Site do Concurso de 
* Facebook: marceloescritor  ; Instagram:@marceloescritor
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terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Exposição Permanente em Aracaju

🤔Nossa placa com o texto : "Não Aguentamos Mais" está com mais um ponto de Exposição : Hotel Algas Marinhas em Aracaju SE.
🤔 Agradeço a todos desse maravilhoso hotel pela acolhida.

🤔Quem desejar ter uma placa dessas gratuitamente, é só enviar dia proposta sobre o lugar onde vai colocar a mesma, para o e-mail marceloosouzasom@hotmail.com

🤔Marcelo de Oliveira Souza,IwA
📌2x Dr. Honoris Causa em Literatura
🤔Instagram : marceloescritor .

sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

A Rede Social de Natal






A Rede Social do Natal

Durante vários Natais do passado víamos o mesmo glamour da preparação para aquele suntuoso dia da Ceia Natalina, onde as pessoas se reuniam para comemorar o nascimento do  nosso inominável Jesus Cristo, que sempre eram  proferidas  palavras sobre como ele nasceu, rodeado por animais numa manjedoura.
Os  eventos Natalinos foram passando, como sempre não somos os mesmos, a cada dia nos modificamos, entretanto hoje em dia onde as redes sociais vigoram, esses eventos de final de ano, vêm tomando uma conotação diferente, principalmente na Ceia de Natal onde o Panetone reinava junto com o Cherster,  e  sempre comentávamos sobre a supervalorização das Ceias, em detrimento do esquecimento do real valor que é o nascimento do menino Jesus.
O tempo passou, a era tecnológica tomou o espaço nesses eventos,  em que muitos estão presentes só de corpo,  cujos  aparelhos tecnológicos criaram uma barreira, afastando os que estão próximos e aproximando os que estão distantes,  criando-se  grupos de redes sociais, dos mais diversos tipos, colocando  todos  de olho em todos na sua “caixinha de sonhos”.
Hoje não estamos   tendo tempo nem para um olhar com mais carinho para outra pessoa, escondendo-se atrás da tecnologia, cujo grupos   que nos acolhem, são os mesmos que nos rotulam, nos segregam e nos maltratam, criando pois, uma grande instabilidade para as pessoas.
No passado,  existia  esse tipo de “socialização” pois nunca vivemos, tampouco viveremos sozinhos, mas agora, a notícia   e o relacionamento estão  constantemente conosco, através das redes sociais, que muitas vezes nos acolhe e nos liberta da solidão, contudo, outras vezes  nos segrega e nos enche com um monte de preocupação e ansiedade.
A Rede Social tem que existir, ela nunca vai melhorar ou piorar, o que deve ser modificado certamente, é a nossa natureza, que mesmo com toda a tecnologia, não temos um  aplicativo que nos controle a ponto de nos tornarmos melhores, cabendo a nós mesmos essa difícil função.

Feliz Natal e um Ano Novo cheio de paz e realizações.

Marcelo de Oliveira Souza,IwA
Instagram: marceloescritor

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Oração de Sexta feira

🤔Oração de Sexta-feira!

Hoje é sexta-feira
Da mesma maneira
Que lembramos da súplica
Lembremos de agradecer.

Na convulsão social
Passamos por intempéries
Que não é normal.
No mundo de expiações
No obscuro de situações,
Não nos abandonastes
Na agonia, na alegria,
Tem sempre nos dado a mão.

Auxilia-nos a aconselhar
Flores no caminho a derramar...
Ao levantarmos, ao nos deitar...

As tribulações do passarinheiro,
No auxílio do dinheiro,
A vitória vem certamente,
Tu estás em nossa mente,
E a sexta-feira vem contente,
Para outra vez descansar,
Seguindo a nossa vida,
Pagando a nossa dívida,
Para um dia nosso mundo conquistar...


🤔Marcelo de Oliveira Souza IwA
🤔 Do blog http://marceloescritor2.blogspot.com
🤔 Instagram: marceloescritor 

sábado, 7 de dezembro de 2019

Escritor Carioca Radicado na BA é premiado em Concurso Literário Nacional da Academia de Letras de Teófilo Otoni MG.


Escritor Carioca Radicado na BA  é premiado em Concurso Literário Nacional da Academia de Letras de Teófilo Otoni MG.






O Escritor Carioca Radicado na Bahia, Marcelo de Oliveira Souza,IWA;  Duas vezes Dr. Honoris Causa em Literatura;  organizador do Concurso Literário Poesias sem Fronteiras e do Prêmio Literário Escritor Marcelo de Oliveira Souza, iwa; autor dos livros A Sala de Aula; Conto e Reconto; Confissões Poéticas, consegue oitavo lugar, no  IV Prêmio Gonzaga de Carvalho, categoria crônica com o texto A Política do Açougue; promovido   pela Academia de Letras de Teófilo Otoni MG, uma das maiores e mais abrangentes academias do Brasil.
🤔Em quatro Concursos ocorridos nesses anos fomos premiados em todos, em diversas categorias, parabéns ALTO pelo evento que movimenta o cenário cultural brasileiro.

🤔 Parabéns a todos os participantes.



sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Mais um Natal!





Mais Um Natal!


 Essa época é muito especial na vida de muitos brasileiros, muitos deles já estão planejando onde irão passar o final de ano e outros já pensam nas compras que irão fazer. É assim que todo ano acontece, mas esquecemos de que o Natal é mais do que isso, pois é o nascimento do nosso grande mentor espiritual Jesus Cristo, um homem que deu uma grande prova de humildade, vindo nascer num estábulo rodeado de bichos. Mesmo com tanta dificuldade é um dos nomes mais louvados do planeta, por toda sua superioridade de pensamento, contudo não o homenageamos como se deve, porque o maior presente para a essa Data seria a gente trabalhar a nossa humildade, o respeito ao próximo, nos irmanando aos problemas dos outros. Não pretendemos que arquemos com a dívida das outras pessoas, tampouco que tentemos resolver o problemas psicológico ou religioso de cada um, o importante é que pensemos no outro como a extensão de cada um de nós. Homenageemos Jesus Cristo, oferecendo um pouco de gentileza e de paz a quem está ao nosso redor, não deixemos o "Espírito Natalino" somente para comer Cherster e Panetone, aproveitemos essa data para oferecer amor, tentemos modificar a cada ano o nosso comportamento, pois nós estamos aqui para melhorar, não para confrontar nossos bens materiais, elevemos nossos bens morais, porque todo ano tem Natal, mas não somos o mesmo a cada Natal, mesmo estando nas mesmas festas. A nossa vida é um presente maravilhoso, festejemos cada dia, mas utilizemos nosso pensamento aberto para as boas ações, para a gentileza e a riqueza espiritual que essa data tão importante faça com que possamos refletir a cada dia como nos tornarmos em nosso íntimo e que essa linda festa se faça também dentro de cada um de nós. 




Marcelo de Oliveira Souza,IWA -  Salvador - BA - Brasil
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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Tormenta Surreal




Tormenta Surreal

 

A cidade de Salvador ontem teve um  dia  incomum na nossa rotina, onde a chuva torrencial, abraçou  toda a metrópole, culminando em várias situações surreais, em diversos aspectos.

Mesmo a tormenta começando de madrugada, jamais imaginaríamos  que  fosse de tamanha magnitude, atingindo no âmago de  todo povo soteropolitano, cujas encostas sofreram com a agressividade desse evento da natureza.

Todos nós sabemos que  aqui no município não tem um bom preparo para enfrentar tempestades, entretanto foi descomunal,  tendo   até  quadros  tragicômicos, numa forma de protesto bem humorado, que só o brasileiro sabe fazer.

De repente a gente via um caiaque saindo em meio à enchente com o seu condutor trajado com o uniforme de  seu time predileto e a sua respectiva bandeira; em outro canto da cidade, observamos uma pessoa pulando de cabeça na inundação, com salto arriscadíssimo, mais adiante entre gritos e tempestade, transformando ruas em rios, vem um homem nadando com uma prancha de peito em meio toda aquela sujeira, ainda vira, acena e dá um gole na cerveja; tudo era surreal, um verdadeiro filme de horror, em que aparece mais uma pessoa, dessa vez o homem  mergulhou e volta carregando em cada mão, dois ratos pendurados pelo rabo.

Esse fatos inusitados se repetiram, fora os   que as  câmeras  não conseguiram  filmar, sem falar dos desastres no trânsito;  muitos carros abandonados em vias que viraram rios;  incontáveis  desabamentos, afundamentos de estacionamento, onde a Tormenta foi democrática, no sofrimento, tornando esse dia de fúria uma data marcada na História, que dá um tapa na cara dos nossos gestores, tirando a sujeira literalmente debaixo do tapete, pois as obras de grande galhardia, é somente para "inglês" ver, e quando a "bomba" estoura, não tem propaganda certa, que possa reverter essa imagem.

As obras são necessárias, contudo temos que ter a sensibilidade de que a natureza cobra com juros toda a sua destruição e quando você pensar que não, vem outra Tormenta de plantão.

 




Marcelo de Oliveira Souza,IWA -  Salvador - BA - Brasil
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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

O Abduzido!





O ABDUZIDO 


Manuel era um homem simples e pacato que morava no povoado de Nazaré, a alguns quilômetros da cidade de Araci, uma cidade a quatro horas de Salvador, Bahia. 
Ele era um lavrador, como todos em sua região, possuía uma esposa chamada Marina e duas filhas Maria Clara e Maria Cristina, de quatro e seis anos respectivamente. 
Na época do inverno ele sempre acordava cedo para preparar a terra para o plantio de feijão e milho, que esse ano  dizia prometer uma grande colheita, pelo simples motivo da barra de nuvem, estacionada à noite, antes do inverno. Quando a colheita é boa, todos lucram, pois a economia do município gira mais em torno disso, ou da aposentadoria dos idosos, que são uns verdadeiros "lordes"- como dizem - porque a pensão deles é que sustentam muitas pessoas na família. Como Manuel ainda tinha pai, com o mesmo nome que ele, conhecido como Manezinho das cabras, durante a entressafra, dava para se virar com o dinheirinho do pai. 
Mas ele sempre queria muito mais que só aquela vidinha, queria conhecer o mundo lá fora, pelo menos poder conhecer uma cidade grande como Feira de Santana, Salvador, então era um sonho... 
À noite, ele e seu pai sempre iam para o quintal fumar um cigarro de palha e deixar o pensamento voar, imaginando o que seriam aquelas luzes lá encima, no céu, que pareciam ter inteligência própria, uns chamavam de carneiro de outro, onde eles pousassem, as pessoas encontrariam um animal dourado, e poderia enriquecer com aquele achado, e outros falavam que era um tipo de aparelho, que ele, na sua humildade não sabia precisar, muito menos o seu velho pai. 
De manhã bem cedinho, antes do dia clarear, lá ia o nosso amigo, cuidar da sua plantação, como fazia regularmente, e pontualmente, não precisava nem de relógio, dizia que aquilo era só para pendurar em braço de madame. Seguiu o seu caminho e de repente apareceu um facho de luz incandesceste, que o sugou diretamente para um aparelho de forma discoidal, deixando somente a sua bicicleta intacta, nada mais. 
Lá Manuel só conseguiu observar uns homenzinhos, com cerca de 90 cm de altura, uma cabeça bastante grande para o seu tamanho, e sentiu que estava deitado dentro de uma sala oval, encima de algo parecendo com uma cama, só que era fria e metálica, onde um deles apareceu com uma agulha enorme e colocou dentro do seu nariz, e o outro ao mesmo tempo, colocou outra agulha lá dentro, no seu pênis, na sua uretra, mesmo com todo aquele aparato o homem  estava bastante calmo e não sentia dor nenhuma. 
Sentiu que estava fora do seu planeta, assim percebeu, porque o livro que sua filha Maria Cristina estudava mostrava aquelas imagens. 
No outro dia foi aparecer completamente sem memória, perto de João Vieira, com uma dor danada, totalmente nu e sem saber o que acontecera, o seu cabelo estava branco, e tinha um monte de ponto em forma de círculo bem atrás da sua perna. 
Quando chegou perto da primeira casa pegou algumas roupas, escondido, pois lá ninguém tem medo de ladrão, -onde já se viu assaltar pobre? - e se dirigiu direto para casa, algumas léguas depois. 

Chegando lá, sua esposa, estava completamente inconsolável, seu pai já tinha procurado até a prefeita e o delegado, mas ninguém tinha notícia, durante uma semana. Foi quando o cara  chegou todo atordoado e suado em casa e todos o abraçaram chorando. 
Quando se acalmaram, fizeram uma bagatela de perguntas, que  não sabia responder, só sabia dizer que foi levado por uma luz, que o paralisou e levou-o embora, e em sua mente ecoava uma mensagem que voltaria para buscá-lo quando a hora chegar. 
A partir daí nosso amigo praticamente perdeu o juízo, desenhava sempre objetos voadores redondos, aparelhos estranhos, mudando completamente a rotina da família, a sua plantação foi toda comida pelo mato, pois uma semana sem limpeza, já sabe, com aquele rico inverno, não dava outra. 
Até televisão de Salvador veio fazer reportagem com ele um dia, e um ufólogo famoso que acompanhava a reportagem, logo percebeu que tratava-se de uma abdução, é quando as pessoas são sequestradas por seres alienígenas, normalmente elas voltam totalmente transformadas e desnorteadas, um caso que não é comum para os estudiosos da área. 
A partir daí foi feito um acompanhamento com toda a família, e até deram uma valiosa ajuda para eles, que hoje alguns anos depois conseguiram vencer o trauma e ainda progrediram, levando sua família para a Araci, assumindo uma criação de cabras, junto com seu pai, mas nunca mais quis saber de sair de manhãzinha, muito menos de plantação de Feijão. 

 

 

Marcelo de Oliveira Souza,IwA

2x Dr. Honoris Causa em Literatura

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quarta-feira, 20 de novembro de 2019

O Dia da Consciência Humana



🤔O Dia da Consciência Humana



O dia 20 de novembro passou a ser chamado o dia nacional da Consciência Negra, em homenagem ao grande herói Zumbi dos Palmares, um escravo fugitivo que conseguiu lutar contra o martírio da escravidão do homem pelo homem.
Muitas pessoas esquecem de lembrar que esse importante dia poderia muito bem ser lembrado como o dia da Consciência Humana, porque a distinção de raças ainda vai ser evidenciada,  onde não podemos esquecer que somos humanos e por isso temos a obrigação de fomentar a união e não separação.
As pessoas se desenvolvem em todos os aspectos, contudo a exploração do homem pelo homem continua de diversas maneiras, o ataque à natureza continua, aos pobres e desvalidos também, independentemente  de raça.
Seria também interessante que as pessoas se unissem e protestassem  sim, mas contra a violência, a falta de oportunidades e principalmente contra os ataques contra a natureza, pois todos nós independentemente de raça, estamos no mesmo "barco" afundando e com o dia da Consciência Humana, seria um dia em que todos se uniriam  em prol da salvação de todos os valores sobre os quais a   humanidade está deixando para trás com o "desenvolvimento", tendo pois que refletirmos que segregação de quaisquer tipo é um atraso para  todos nós, contra nós mesmos,  de encontro  a própria humanidade.

🤔Marcelo de Oliveira Souza,IwA
🤔2x Dr. Honoris Causa em Literatura
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sábado, 16 de novembro de 2019

Sábado Abençoado

🤔 Sábado Abençoado☀


Todo mundo acordando
A cada lado,
Uma noite reconfortante
Tivemos passado,
Quem estava triste
Acordou reconfortado,
Quem estava feliz
Acordou regozijado,
Todos temos problemas
Mas Deus na sua onipotência
Está ao nosso lado,
Nesse repouso acalentado,
Acordamos reenergizado...
Para espairecer
Nesse sábado abençoado!

🤔Marcelo de Oliveira Souza IwA
🤔Do blog http://marceloescritor2.blogspot.com
🤔 Instagram: marceloescritor

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Publicações na Associação Portuguesa de Poetas



🤔 Nosso texto Viva São João está publicado na revista física da Associação Portuguesa de Poetas, número 85.
🤔A revista que  tem grande circulação no mundo lusófono, apresenta o relatório do trimestre, com os seus respectivos eventos que aconteceram nessa época.
🤔Nessa mesma publicação, saiu nossa premiação em Odivelas, de Personalidade de Destaque e também saiu a foto da nossa placa O Reino da Morte .

🤔Marcelo de Oliveira Souza IwA
🤔Membro da Associação Portuguesa de Poetas
🤔 Instagram: marceloescritor









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Publicação na Associação Portuguesa de Poetas

🤔 Nosso texto Viva São João está publicado na revista física da Associação Portuguesa de Poetas, número 85.
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🤔Marcelo de Oliveira Souza IwA
🤔Membro da Associação Portuguesa de Poetas
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O Fantasma Beberrão






O Fantasma Beberrão 





Sempre quando passava na barraca da esquina tinha um homem chamado João, ele era aposentado de uma estatal na Bahia e ficava ali curtindo as suas “férias permanentes”, não tinha quem o tirasse do seu clube, assim que ele chamava o seu aprazível lugar. 

Com as suas economias, nosso amigo comprou dois apartamentos num conjunto residencial no centro de Salvador, um ele alugava e o outro ele morava. 

Para preencher o seu tempo intercalando com o seu “clube” ele também assumiu a frente do condomínio, sendo síndico. 

Só que nosso amigo não dava muita importância ao ato de gerir a morada, ele queria tirar um proveito nas contas que administrava em nome dos moradores. 

Parece que naquela cabecinha careca a esperteza fomentava, sempre tinha uma novidade. 

O local é vizinho de uma favela, cujo pessoal da invasão tinha uma criação de galos de briga, só que para as aves esticarem as pernas”, eles deixavam os bichos ciscarem no nosso terreno. 

Foi a oportunidade de João comer “galo ao tucupi”, ele armou-se com um anzol e espetou um milho, ficando a esperar lá de cima da janela, quando o bicho bicou ele puxou e pescou a ave. 

O favelado depois de um tempo deu por falta, foi a maior confusão no conjunto, mas o homem não sabia quem tinha sido o culpado e saiu esbravejando e ameaçando todos, mesmo estando errado em criar galo no terreno do prédio. 

Certa vez começou a faltar água e a gente ligou para a empresa e disseram que há anos não tinha feito o pagamento, até a conta tivera sido extinta. 

A gente nunca ia saber ser não ligasse para a empresa de saneamento, pois o tal do beberrão descobriu um lençol freático no lugar e canalizava-o para o nosso tanque. 

Foi um verdadeiro pandemônio quando descobrimos o ocorrido, fizemos o homem pagar na raça, mesmo assim ele nunca se emendava. 

Depois de tantas aventuras e estripulias, o coração do nosso amigo não aguentou e teve uma síncope vindo a falecer, deixando dona Joana aliviada, pois ela não aguentava mais as confusões do marido, foi aí que ela veio dizer que eles moravam juntos, mas não eram casados há muito tempo. 

A “marvada” da bebida era um grande empecilho para o relacionamento deles, mas mesmo assim quando passamos no bar da esquina percebemos o lugar dele vazio com um jornal esticado, da mesma forma que ele fazia e de vez em quando viúva passa por ali e nós ouvimos um fiu-fiu... , ela jura que é João o nosso Fantasma Beberrão. 





Marcelo de Oliveira Souza,IWA