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domingo, 4 de janeiro de 2015

A Batalha dos Mares

A Batalha nos Mares

Nesse sábado – 03/01 - retornamos de Ilhéus via Ferry Boat, ficamos três horas na fila de motoristas, iniciamos o nosso calvário perto da entrada de Mar Grande e a fila foi se arrastando até chegar onde desemboca todo aquele suplício, o interessante é que não existe ninguém para organizar aquela bagunça, as pessoas têm que adivinhar que aquilo é uma fila quilométrica, mesmo sem acreditar naquela ordem surreal, onde os motoristas têm que sair desesperados para arrastar o carro porque ainda tem incauto que tenta tomar a frente do outro, ali mesmo e não dá em nada.
Ninguém entende a lógica da companhia de navegação, pois a fila prioritária que segundo eles seria para gestantes, idosos e lactantes, entra um monte de gente, eles vêm de mansinho conversam com o funcionário – que se acha o dono da empresa – e num instante já está entrando.
No recinto onde os motoristas aguardam para adentrar ao navio, a gente tem que seguir o instinto, pois não os funcionários não dão atenção, dentro da embarcação os próprios passageiros orientam o motorista, porque se depender de quem “trabalha” lá dentro, os veículos vão ficar amontoados.
O interessante que nesse  mesmo lugar tem uma placa enorme dizendo para as pessoas não entrarem fora dos veículos, mas tinha gente fazendo justamente isso e o pior, pessoas que entraram com malas arrastando, ali mesmo na frente do funcionário, que devia ganhar para orientar e não faz absolutamente nada, a não ser abrir e fechar portão, se for assim é melhor colocar um portão eletrônico.
Na saída de Salvador até que tudo transcorreu relativamente bem, mas no Bom Despacho, não foi um atendimento, muito menos um despacho, foi uma verdadeira Batalha nos Mares!



Marcelo de Oliveira Souza,IWA

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