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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Salva-vidas das Cidades

                                                           Salva-vidas das Cidades


Esse ano será de muitas dificuldades para as pessoas, mas também será de vicissitudes   para as prefeituras, cada uma procura um jeito de saldar as suas dívidas, tentando administrar o seu município e principalmente os cargos que seus companheiros ocupam.
Muitas cidades que produzem pouco ou até quem uma folha grande de empregados tem feito uma enorme  “plantação” de radares de velocidade, eles não sofrem com a chuva, tampouco com a seca, só requer um pouquinho de manutenção, não precisa nem de um guarda para anotar placas de veículos, hoje é tudo informatizado! Tem máquinas que tiram fotos!
Na usura da nova “plantação”, eles multam indiscriminadamente, mas muitas vezes sequer enviam a notificação, com a bomba, para o sofrido condutor.
Quando vamos recorrer na Transalvador, esperamos mais de um ano e só recebemos a resposta que está sendo avaliado...
A multa já foi paga, pois sem ela ter sido quitada, não podemos renovar o IPVA, que por sinal não dá muito retorno.
Recentemente fomos a Ilhéus e a queixa continua igual, só muda de cenário, os administradores estão ávidos de dinheiro, lá surgiu até um slogan que o turista visita, curte mas sempre volta com a sua multa de lembrança, tem lugares lá no centro que é muito mal sinalizado, tornando a cidade da Gabriela um perfeito labirinto; em pontal, na rua principal que segue para Olivença, tem uma grande armadilha, onde só aprece uma espécie de divisória bem minúscula, que o desavisado turista sequer sabe para que serve, os administradores dizem que é uma faixa especial de táxi, foi o que chegou até nós, mas essa faixa é a recordista em multas, pois ninguém de fora poderá adivinhar que naquele lugar é uma verdadeira plantação de multas, da terra do cacau.
O ministério público precisa ser acionado para verificar essas contas e principalmente essa grande indústria da multa, cuja plantação tá sendo muito lucrativa, porém para o condutor o prejuízo é certo.


Marcelo de Oliveira Souza,IWA




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