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sábado, 4 de maio de 2013

O Raio

O RAIO

 

O raio que corta
a escuridão
iluminando a noite
fria e úmida
de inverno.

O raio, um clarão
que cega a multidão,
Lindo, rápido e rasteiro,
elemento da natureza
Arma do deus Zeus.

O raio que cai
uma vez no lugar,
que vai mostrando onde o trovão
estronda fincado na terra
como uma grande guerra
onde todos param
para ver o raio passar.

O raio eternidade
que no passado reinava de verdade.

Mostrando a credulidade
da humanidade,
Seu temor divino
que desde menino
passamos a sentir.

O raio que virou faísca
num pára-raio
tornando-se controlável
como tudo pode ser
Como tudo será!

Diante de um raio extinto
Podemos tudo que fazemos
Menos o controle de nosso instinto
que corta, fere e dilascera
como uma unha cortante d uma fera.
Lembrando que o raio
de dentro de nós
Nenhuma tecnologia
irá segurar.




Marcelo de Oliveira Souza


Poesia do Livro Confissões Poéticas, onde o autor estará autografando amanhã, a partir das nove da manhã,  no Campo Grande, na Feira mensal dos Escritores, ali na praça central aos pés do caboclo! Investimento 20,00 Reais!

Um comentário:

  1. Parabéns pelo seu trabalho muito bom e com uma inspiração que adeja e baila na amplidão poética. Já estou seguindo-o. Com certeza serei seu leitor assíduo.
    Convido a seguir os meus Blogs e lógico primeiramente conhecê-los:
    http://ruadaspalavrasraykorthizoperez..blogspot.com/
    http://avenidadosversos.blogspot.com/
    http://casadapoesia.blogspot.com/
    Meu fraterno abraço desejando-lhe muito sucesso.

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