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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Mediunidade



Mediunidade 

Um cochilo esperado 
Voltando ao passado 
Vendo um revoltado 
Ou outro desesperado. 

Acolho e pergunto indignado 
Sobre seu sofrimento represado 
O perdão não lhe foi dado, 
Alguns mortos também sofrem um bocado! 
Vemos também o descanso do crédulo amado 
Minutos são horas, dias inacabados. 

Acordo feliz e regozijado 
Pois poucos estão preparados 
Para essa viagem de ajuda ao rejeitados 
Nesse mundo maravilhoso em todos os lados... 






Marcelo de Oliveira Souza,IWA
Escritor e  Organizador do Conc Lit Poesias sem Fronteiras


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