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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A Transalvador na Terra de Ninguém

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A Transalvador na Terra de Ninguém


Nessa cidade hoje o engarrafamento é uma constante e  a impunidade no volante corre mais que o seu possante,  sofremos com as máquinas de multa que se reproduzem mais do que pardais.
Em todo lugar tem uma lombada eletrônica, um arco fiscalizador e radar eletrônico, era para Salvador ser um verdadeiro modelo de trânsito.
O dinheiro dessas multas ninguém sabe para onde vai, mas o que mais chama a atenção é que essa torneira aberta de multas é aplicada somente nos meios eletrônicos, os prepostos da Transalvador fazem vista grossa a muitas imprudências e desrespeitos a placas de sinalização.
Um grande exemplo é logo ali na subida do CREA, Ogunjá, na rua professor Aluísio de Carvalho, todos sabem que ali é um lugar perigoso, pois os carros teimam em estacionar na frente das oficinas, no meio da rua, correndo grande risco de colisão,  quando reclamamos, somos informados que eles não podem fazer nada quanto a isso, pois os motoristas são multados, assim como os donos daquelas oficinas, e mesmo assim eles continuam desrespeitando a lei do trânsito, continuando a mesma pasmaceira.
Quer dizer que nessa Terra de Ninguém, todos fazem o que querem, o que desejam, assim caminha o nosso trânsito direto para o caos...


Marcelo de Oliveira Souza

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