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domingo, 28 de agosto de 2011

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Condução


Chegando ao trabalho tomei aquele susto com essa pessoa, sentada na parada do transporte, perna inchada e jogada no chão dia após dia, a sua precisão era tão grande quanto o seu tamanho, com problemas de saúde, ninguém a notava.
Na nossa correria ela estava ali, sofrida despercebida por todos, enojados torcem o nariz para ela, que diante de tantas dificuldades, não sucumbe diante da dor, balança o corpanzil e sorri, esperando a providência divina, porque se depender dos mortais ela continuará ali, ocupando o terminal de ônibus, parecendo esperar a hora  da condução eterna.

Marcelo de Oliveira Souza

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