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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Para que está tudo errado!




                                               

A nossa sociedade está se transformando rapidamente, com a mídia informatizada, aumenta o poder da informação.
A mídia tanto eleva como destrói  -  em uma questão de minutos -  a imagem da pessoa, ela tem um poder tão grande que já a chamo de "O Quarto poder" , programas sensacionalistas criam dramatizações nas ruas só para ver como a população pensa diante do homossexualismo.
No programa "A tarde é Sua" colocaram dois atores, um com o papel de filho gay e o outro do pai, preocupado com a opção sexual do filho, já o taxando de homofóbico.
Hoje ter uma opinião sobre a opção sexual do filho (a) é homofobia?
Homofobia não é isso, ela é o ato de discriminar e não respeitar como seres humanos as pessoas com outras opções sexuais, não é obrigar seus pais acharem isso comum.
Também não podemos achar comum uma adolescente ser atacada na sala de aula, o que aconteceu no mesmo programa e na mesma infeliz semana, lá do "pedestal" dos estúdios uma mulher com microfone disparar para um professor e dizer se eles não estão satisfeitos, "vão varrer rua" e ninguém retrucou a triste frase.
A mídia também ataca em suas novelas e seriados a família brasileira, como num programa "Louco por Elas" da principal emissora brasileira, quem assiste e até quem não acompanha, como esse que vos escreve, sabe que o personagem principal  que  se intitula pai, é manipulado por todas que o rodeiam.
A criança e a adolescente fazem o que querem, o pai é o último a  saber, o que torna "bem humorado" o programa,  apesar de muita gente discordar.
Mas o que aconteceu essa semana com a filha mais nova, uma moreninha, que aparenta ter dez anos de idade, quando ela recebe um telefonema - na era da perdição do celular -  e se retira da sala porque o assunto é particular, chega ao ridículo.
A novela Malhação, já nem comento mais é sempre uma agressão, um "agarrão", perseguição e muito desrespeitos aos pais e ainda personagens que respondem como genitores, acham isso muito normal.
Com a disseminação da violência praticada por menores a mídia parece se redimir,  como a sociedade está encurralada entre a maior idade penal e a violência praticada por eles, a mídia deixa de pregar a permissividade e mostra o anseio da população para mudar uma lei caduca, onde uma delas é a redução da maior idade penal.
Nesse turbilhão de polêmica, não podemos  deixar de jogar mais uma "lenha" na fogueira, e também gritamos pela lei que permita o aborto, essa lei não vai obrigar ninguém a abortar, pois todos nós temos que ter o livre arbítrio quanto ao nosso corpo, sendo muito "melhor" praticar um aborto do que essa criança "nascer" e ser jogada no lixo, ou utilizar  serviços de clínicas clandestinas para a prática desse discutível ato, expondo também a vida da mãe.
Não estamos pregando o aborto e sim o poder de decisão de alguém que não deseja o seu filho, infelizmente.
A sociedade tem que mudar  o nosso Código Penal, também precisamos opinar num plebiscito sobre tudo isso, inclusive a pena de morte, pois a democracia é o poder de externar o que pensamos dentro da legalidade e não entrarmos num mundo de rótulos e retaliação  e de subterfúgios a quem somente quer que o Brasil não viva mais ainda no mundo da hipocrisia e no mundo do contrário, onde muita gente sabe criticar  a família do vizinho, mas quando o problema é com a sua família, a história muda.







Marcelo de Oliveira Souza
www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net   - Concurso Anual de Poesias

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