Visitando Portugal IV
Sempre é uma grande festa retornar à cidade
de Lisboa e cercanias, o local é bastante aprazível e acolhedor, quando já
percebemos a sistemática, fica muito mais fácil o deslocamento pelos lindos
lugares.
Começando a partir da saída do aeroporto lusitano,
já podemos nos misturar ao ambiente, pegando o metrô que as linhas são identificadas por cores, onde cada estação tem sua
formatação e temas bacanas, a que nós mais usamos foi a de Marquês de Pombal,
um grande benfeitor, reconstruindo esse lindo município depois de um terremoto.
A cidade limpa e organizada, tem vários
monumentos, bem cuidados de vários personagens que foram importantes para ela,
até o rei Eduardo VII ganhou uma
homenagem quando fez uma visita, entrando para História da Cidade com um lindo
parque que leva o seu nome; de lá dá para ver a cidade praticamente toda, até Rio Tejo, ali no Cais do Sodré, que normalmente
comemoram a virada de Ano Bom, como eles dizem.
As atrações mais interessantes ao meu ver,
fomos relembrar e visitar novamente. Entretanto gostamos de visitar os lugares
com calma sem nenhuma pressa de um turista afoito a conhecer quantidade de
países ou locais.
Um passeio obrigatório é partir justamente
da praça do Rei Eduardo VII descendo a Avenida da Liberdade, onde tem uma homenagem
aos soldados que lutaram na primeira guerra mundial, vamos seguindo até a Baixa
do Chiado com inúmeras cafeterias, praças, centros de compras, pontos
turísticos como o elevador de Santa Justa,
onde podemos nos perder em toda a região tornando cada esquina uma descoberta,
até chegar à praça Luiz Vaz de Camões, encontrando também a imagem de Fernando Pessoa,
sentado numa mesa.
De lá do Caís do Sodré podemos visitar o
monumento dos descobridores, onde a imponência dele e os detalhes chama
bastante atenção, cuja imagem conta uma parte da nossa História, dando para
perceber a mulher desesperada chorando a partida dos expedicionários, uma escultura interessante, com vários tipos de pessoas
representadas, cada um contribuindo da sua maneira, rumando para o
desconhecido, se hoje em Salvador a
gente sai e não sabe se volta, imaginem naquele tempo que eles iam ao desconhecido,
mesmo com algumas teorias dizendo que já sabiam o caminho, afinal era de uma a
dois meses viajando numa nau praticamente insalubre para os tempos atuais.
Ali bem pertinho tem a Torre de Belém, que
estava em fase de reforma, mas não deixava de mostrar a sua imponência, e
alimentar a nossa imaginação, onde foi construída para proteger a entrada do
Rio Tejo e guiar navegadores; imagine, essa obra de arte, era a primeira a ser
explodida como no caso da invasão de
Napoleão.
O lugar além de ter natureza e História, é
um bom centro de Compras, nas lindas ruas, como a rua Augusta e também nos
Shoppings. O que me surpreendeu muito foi o Shopping Ubbo , na cidade de Amadora, muito
interessante e quase interminável. O Colombo a gente já conhecia, que também tem o paraíso de compras dos brasileiros, a
loja Primark, imperdível!
Entretanto não devemos ficar somente nessa
cidade, pois existem inúmeras outras bem interessantes ali pertinho, dá
perfeitamente para fazer um “bate e
volta”, com toda a segurança, como na cidade de Sintra. Cerca de quarenta
minutos de trem, onde tem lindos parques e também inúmeros castelos como o de
Pena, dos Mouros, Palácio Nacional de
Sintra, e outros tantos, mas nos detivemos nesses; já na Regaleira, ainda não tínhamos conhecidos, com
aquele ambiente misterioso, bucólico e surpreendente, o poço iniciático, tão misteriosos
e surpreendente.
Nesses tempos pós pandêmicos, tudo está
passando tão rápido, que nem percebemos, quanto mais nessa época de inverno
europeu, mas quem não conhece ainda Portugal eu recomendo, acho mais bacana que
muitos países da Europa, não só por causa da língua, mas a culinária e o ponto
estratégico, cuja temperatura é mais agradável para quem sofre com frio, é um
grande estágio para quem quer conhecer outros países no velho continente.
Para mim já foram quatro vezes, entretanto
não garanto que não voltarei mais, pois cada dia é uma História, e a cidade
deixou saudade com esse gosto de quero mais, não podendo dizer adeus jamais, e
sim Até Logo!
Marcelo de Oliveira Souza,IwA


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