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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Feiceboqueanos



Feiceboqueanos

 

Aportuguesado

Pelos brasileiros, amado

O mundo todo num quadrado

Curtição, viagem, comunicado

Todo mundo ligado!

Amigos de sempre, acompanhado

A solidão extinta num achado!

 

Às vezes dá   medo do desconhecido

Um amigo, fã ou até louco  desvairado...

Para menores   proibido,

Nem por isso deixa de  ser frequentado,

A caixinha de jogos, aplicativo instalado.

 

 

Motivo  de briga de apaixonado

Escorregou fica desconectado

O bem e o mal   polarizado

Todo mundo com muito cuidado

Mas o que é bom e apreciado,

Bem que pode ser eternizado!

 





Marcelo de Oliveira Souza,IWA
*Do LIvro A Vida em Poesia e participando do I Festival LIterário de Lisboa
Escritor e  Organizador do Conc Lit Poesias sem Fronteiras

sábado, 23 de abril de 2016

Descobrimento do Brasil


Descobrimento do Brasil

 

Oficialmente no dia 22 de abril de 1500 foi decretada a data de Descobrimento do Brasil, outros dizem que o país não foi descoberto, foi invadido.

Fora dessa polêmica encontramos um país cheio de belezas e diversas tradições culturais, de dimensões continentais, contudo com uma união cultural e linguística muito grande.

Essa união  muitas vezes atrapalha, pois aqui não é somente um país, é um "continente", tudo no Brasil é grande, grandes Estados, grandes cidades, enormes problemas.

Não temos terremoto, maremoto, furacão, mas a violência   e  a corrupção é pior que todas essas catástrofes naturais, pois elas são cíclicas, a corrupção parece ser endêmica, que impõe as injustiças sociais, que por sua vez os seus governantes -  trajados de uma falsa compaixão -  pegam  parte do orçamento da Nação para criar projetos de benefícios sociais, possibilitando uma maior dependência de uma  parte das camadas mais sensíveis da sociedade, que por sua vez ficam "aprisionadas" pelas migalhas que o governo proporciona.

Essas migalhas que  as pessoas recebem as acomodaram, nossos mandatários não se interessam em capacitar essas pessoas, simplesmente é bom livrar-se do problema, soltando algum "cala-boca".

Nosso país é visto como o celeiro da corrupção, do jeitinho, da violência, das drogas, a propaganda negativa lá fora devasta a nossa imagem mais do que os piores furacões devastam frágeis países.

O povo brasileiro em sua maioria, não foi acostumado a lutar pelos seus direitos, eles acham que o bem comum não é  dele, desde que não os afete não tem problemas, assim, pequenas coisas que poderiam ser resolvidas viram grandes problemas no futuro.

Em muitos Estados o sistema de saúde não existe, a educação está em frangalhos, a violência aumenta, os direitos são cerceados constantemente.

Obras de engenharia que serviriam  para durar décadas,  não demoram meses, matando pessoas e no final não existe  uma punição exemplar.

Inúmeras investigações de Lava-jato, Valerioduto, Construção de Arenas, Correios, Petrobrás, Arenas  para Copa do Mundo e muitas outras, são iniciadas e no final não dá em nada. – Para mim prisão domiciliar não é nada!  -

O nosso lindo país de um futuro promissor,  virou uma eterna agonia, as pessoas têm medo de sair de casa, agora têm medo de ficar em casa, de entrar na sua garagem para voltar ao encarceramento noturno, o povo têm medo de tudo, porém a maioria fica esperando ver o que acontece, pois a crise não chegou aos seus lares, se chegou está esperando alguém resolver.

Nesse país o dia de Tiradentes é lembrado como feriado, muitas pessoas não sabem nem o  porquê , o dia do índio é comemorado com criancinhas seminuas nas ruas, índio não é só isso; entretanto o pior é que o Descobrimento do Brasil, nem é lembrado.

Tudo isso faz com que os brasileiros se desiludam com o nosso país, uns conseguem sair para ter uma vida melhor, outros esperam sentados para ver se melhora e   outra pequena parte sonha, para ver se um dia tudo isso muda e tentam Descobrir realmente o Brasil.

 





Marcelo de Oliveira Souza,IWA
Escritor e  Organizador do Conc Lit Poesias sem Fronteiras

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Escritor Carioca Publica em mais uma Coletânea Portuguesa



Escritor Carioca publica em mais uma coletânea portuguesa


Escritor carioca radicado na Bahia, organizador do  Concurso Literário Poesias sem Fronteiras,  autor dos livros:  A Sala de Aula, Conto & Reconto, Confissões Poéticas e Sobrevivendo; Acaba de receber de Portugal o livro  VII Antologia de Poetas Lusófonos, com a suja participação onde aborda a importância de todos e de tudo que nos cerca na nossa vida diária, com seu poema A Pedra. O livro foi organizado pela Editora  folheto Edições, a coletânea já é tradicional e dentre os inúmeros participantes tem grandes personalidades europeias.



Marcelo de Oliveira Souza,IWA


sexta-feira, 8 de abril de 2016

Mosquitão!



Mosquitão


 


Num desses subúrbios de Salvador, existe uma família muito especial, lá na Rua dos Prazeres, numa casinha verde e amarela,   D. Silvia  vivia com duas  filhas - Brenda e Carla -    em plena  adolescência ela precisava  muito trabalhar,  pois o seu esposo . Cláudio, teve um grave problema de saúde por causa do grande vilão de hoje em dia,  o Aedes Aegypti,  estando internado  com dengue hemorrágica.


Justamente ela,  que trabalha como agente de saúde,  teve gente de dentro do seio  da sua família infectado com essa doença.


Mas o grande malfeitor dessa história não foi nem esse inseto asqueroso, foi  o seu vizinho Mário, que teima em deixar água empoçada nos vasos de planta, ele e sua família costumam dizer que isso é propaganda do governo para vender remédio, mesmo com sua irmã Dulce acamada com a tal da Zica dos infernos!


Aquela rua dos Prazeres já estava se transformando  na  rua  do Aedes, enquanto uns tratavam o seu terreno adequadamente, tinham outros que seguiam a cartilha de Mário, inventavam um monte de desculpa para jogar lixo pela janela, a gente só via garrafinhas pet, tampinhas, copinhos de sorvete, tudo que não podia, sair pelas suas respectivas janelas, ganhando o mundo.


Maria  e Chupeta eram as duas  filhas  de Mário, elas  engrossavam a fila da falta de educação, como filho de peixe, peixinho é...


Só que na  escola que eles estudavam, já estava fazendo campanha há muito tempo sobre essa problemática, a professora de ciências deles, Márcia  fez um projeto muito legal e trouxe um monte de depoimento de pessoas que pegaram  Zica, Chickngunya, Dengue e até trouxe uma criancinha com microcefalia, juntando  a comunidade local para assistir tudo.


A nossa amiga agente de saúde deu um depoimento emocionante, falando da dificuldade de trabalhar com esses vizinhos que veem na Tv, que não pode jogar lixo pela janela,  que deve-se cuidar do seu terreno, tirar água dos vasos, mas nem por isso eles fazem, disse que tem gente que pegou dengue  três vezes, mas continua a deixar água empoçada, ainda por cima não deixa nenhum agente de saúde entrar em sua residência, fazendo pois,  tudo errado.


Sua  filha Brenda,  que também estuda nessa escola, disse que seus colegas pensam da mesma forma e é muito difícil fazer a conscientização, porque no Brasil quem faz o certo é taxado como abestalhado, ou até de maluco.


A professora  Márcia  intercedeu e dizendo que não podemos deixar esse tipo de desânimo aplacar o desejo de reagir diante dessa epidemia.


Mário estava lá e foi logo levado à berlinda, sendo perguntado por que ele fazia tudo errado, pondo em perigo toda a saúde da comunidade, ele desconversou, dizendo que eram as meninas que faziam isso, Maria e Chupeta logo reagiram e ainda  disseram que ele deveria ter vergonha que esse ato deplorável era exemplo dele e aí a confusão se instalou, precisou a diretora da escola interferir,


Diante de tantas imagens tristes: hospitais superlotados, criancinhas com microcefalia, frascos de insetos gigantes   zunindo, até as pernas começaram a coçar.


As acusações mútuas se sucederam até que Carla, que não era de falar muito deu um grito:


- Cala a Boca mosquitão!


A baderna voltou, Mário saiu de mansinho, mas o apelido pegou e quando ele ia jogar algo pela janela tinha um zunindo, zunindo..


Ele já dormia pensando   nesses mosquitos, era cada mosquitão maior do que o outro, chegava até sonhar que estava deitado, abraçado  com um desses monstros...


 Até que ele se tocou e terminou se consertando, até mesmo ajudando os vizinhos a cuidar de seus próprios terrenos, criando até um pomar num lugar onde só havia lixo e chorume, sendo um grande exemplo para todos os moradores daqui dessa cidade e de outras também, porque não basta união e esclarecimento, basta ter força de vontade e acreditar que juntos podemos melhorar.


 


 


 




Marcelo de Oliveira Souza,IWA




Marcelo de Oliveira Souza,IWA
Escritor e  Organizador do Conc Lit Poesias sem Fronteiras

domingo, 3 de abril de 2016

de aBrace

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aBrace - logo ch
Roberto Bianchi - Director

<mailto:abracecultura@gmail.com> abracecultura@gmail.com
Sarandí 690 - Apto.404 - Montevideo, Uruguay
tel. (598)99103857-29147849
Facebook: Roberto Bianchi (BETO)//ABRACECULTURA/aBrace Letras en las nubes
18° Encuentro Internacional Literario aBrace (La Habana Cuba, mayo de 2016)
abraceculturahttps://www.facebook.com/groups/18encuentroabrace/





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sexta-feira, 1 de abril de 2016

XII Concurso Literário Poesias sem Fronteiras


XII CONCURSO LITERÁRIO POESIAS SEM FRONTEIRAS 

(inscrições de 01 de abril 2016 até quando a cota do livro for preenchida)  


 

Realização dos sites www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net ; http://marceloescritor2.blogspot.com e faceboook.com/psfronteiras

Apoio: Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências /RJ; Academia de Letras de Teófilo Otoni /MG; Clube dos Escritores Piracicaba/SP.

Com o objetivo de estimular poetas de todo o Brasil e de outros países, o concurso premia os melhores trabalhos, comprovando o sucesso com sua 12a edição. Em parceria com o Celeiro dos Escritores, para a publicação da Antologia "POESIAS SEM FRONTEIRAS", onde TODAS as poesias participantes do evento estarão publicadas.

Todos os poetas receberão um exemplar da obra, na residência, sem nenhum ônus além da taxa de inscrição (via correios, registrado).

Os poetas tem que ter idade a partir dos 16 anos e devem enviar uma poesia (máximo 35 linhas ou 1200 caracteres com espaço), tema LIVRE, através da Ficha de Inscrição do site - http://www.celeirodeescritores.org/inscricao.asp  opção Concurso Poesias sem Fronteiras

 

Taxa de inscrição: R$ 45,00 - que corresponde a 01 exemplar da Antologia. (A ser paga através de boleto bancário, que será enviado ao participante pelo Celeiro, para a caixa de e-mail inscrita.) 

É permitido participar com mais poesias, observando: Uma poesia para cada inscrição. Exemplificando: 02 poesias = 02 exemplares = R$ 90,00

Escritores residentes, fora do país : 35 dólares/ euros  por inscrição/um exemplar.

A Antologia "POESIAS SEM FRONTEIRAS"" será publicada no mês: JULHO/2016

Obs: Inscrições de outros países serão aceitas desde que estejam na língua oficial do concurso é Língua Portuguesa. 
Os autores residentes fora do Brasil, devem enviar o valor da taxa de inscrição, via Western Union, se tiverem dificuldade entrar em contato com: Marcelo de Oliveira Souza - através do e-mail marceloosouzasom@hotmail.com .

RESULTADO: No site oficial do concurso: www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net ; http://marceloescritor2.blogspot.com ; faceboook.com/psfronteiras


Premiação: 
1°lugar: Troféu personalizado com o nome do autor e colocação + 1 camiseta oficial do concurso-tam G + certificado + poesia publicada em destaque na Antologia e no site oficial do concurso 
2° lugar: Certificado + poesia publicada em destaque na Antologia e no site oficial do concurso + Dicionário de Autores Contemporâneos da BA 
3° lugar: Certificado + poesia publicada em destaque na Antologia e no site oficial do concurso. + Revista Literária

• Menção Honrosa Internacional: Daremos uma Menção Honrosa Internacional para o melhor autor estrangeiro que não estiver entre os três primeiros lugares, cuja premiação será: certificado + Livro de Crônicas Sobrevivendo + poesia publicada em destaque na Antologia e no site oficial do concurso.

Obs: O Livro Sobrevivendo é de autoria do Organizador do Concurso, que versa sobre as dificuldades de vida das pessoas nos tempos atuais, entre outros; A Revista Literária é do Clube dos Escritores de Piracicaba/SP; O Dicionário foi organizado pelo escritor Carlos Souza.

Marcelo de Oliveira Souza, IWA 
Organizador do Concurso Literário Poesias sem Fronteiras 
Contatos: : marceloosouzasom@hotmail.com e celular 71-992510196

 




Marcelo de Oliveira Souza,IWA
Escritor e  Organizador do Conc Lit Poesias sem Fronteiras