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quinta-feira, 26 de junho de 2014

Terceiro Lugar do Poesias sem Fronteiras


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Prezados amigos... Eu amo a poesia e a literatura, para mim esta é uma grande oportunidade e uma bela iniciativa de Marcelo O Souza. Graças a pessoas como ele que proporciona concursos que incentiva escritores, poetas e amantes da literatura é que temos a esperança de sonhar através das palavras e expor nossos trabalhos. Agradeço de coração por esta oportunidade, estou muito contente com a inclusão de meu poema no livro juntamente a classificação que me permitiu o terceiro lugar no X Concurso Poesias Sem Fronteiras. Felicito aos colegas que também se classificaram e parabenizo a todos que se inscreveram, temos o mesmo amor às palavras e de alguma forma, somos todos vencedores. Um grande abraço poético e o meu agradecimento ao amigo Marcelo e a todos que contribuíram para que este projeto fosse concretizado. Saudações literárias!"


Cléo Alves



Quem quiser ser avisado do nosso próximo evento, bem como apoiá-lo com divulgação e patrocínio, é só enviar uma mensagem para marceloosouzasom@hotmail.com



Marcelo de Oliveira Souza

sábado, 21 de junho de 2014

São João dos Milagres


São João dos Milagres
 
 
Existe uma cidadezinha muito pequena perto de Salvador, que se chamava  Ruinópolis, o lugar era uma verdadeira ruína  como sugere o seu nome, ou até seria pelo comportamento dos seus moradores, ninguém sabe.
No centro desse lugarejo existia a comunidade mais influente, com empresários e funcionários da prefeitura, grupo que não se misturavam, eram verdadeiros rivais.
Onde um dizia que era para construir abrigo, outro queria construir mercado e vice versa.
Um dos mais influentes era o tal Zé dos Pombos,  funcionário público aposentado, como o nome sugere, o homem administrava agora uma criação desses animais alados que sujavam a praça inteira, incomodava todo mundo, mas ele continuava no seu intuito de criar os animais a céu aberto, construindo um pombal no centro do obelisco.
Sua amiga mais próxima chamava Célia, que por sua vez amava os caninos, onde surgia latido, estava ela cuidando dos danados.
O seu primo Zé dos Bodes resolveu imitá-la, investindo numa criação desse animal    na garagem, mas ali os caprinos só passavam a noite, porque eles dominavam a praça do centro da cidade.
Os animais sujavam tudo, nem adiantava o padre   Gonçalves pregar em praça pública sobre tolerância, pois dava a maior confusão.
Nessa cidade ninguém se entendia, todos queriam fazer o que desejassem, os empresários, assim, resolveram inaugurar uma boate na praça junto à igreja que dava a maior confusão, pois André, o mais influente deles,  coletou assinaturas da maioria das pessoas, dizendo que iria fazer um centro social urbano, mas na verdade fizeram um mini centro comercial, que depois de construído ninguém se manifestou contra, pois o lugar era um terreno da prefeitura e como as pessoas pensam que o que é público não é de ninguém, deixaram   para lá, só fazendo resmungar entre os seus vizinhos.
Nesse centro comercial existia uma boate que dava a maior confusão, pois vinha gente de todos os lugares,  até de Salvador,  para provar o caldo de sururu do Seu Bernardo. O pior é que não tinha mais   lugar para estacionar, o que gerava mais confusão ainda, pois o estacionamento era mesmo na rua ou na porta de garagem da vizinhança; não tinha fiscalização nenhuma que desse jeito, resultando em muitas brigas.
Assim a sociedade seguia no seu daltonismo sentimental, onde ninguém era amigo de ninguém, sempre queriam algum de troca, pensando   ser mais esperto do que o outro.
A cidade ia se destruindo com o tempo, o lixo era acumulado logo na entrada da cidadezinha, chamado até de "lixão dos desesperados", pois ali se encontrava de tudo, onde vinham  muitos   badameiros  de tudo quanto era lugar.
Certo dia, apareceu  um homem chamado João, dirigindo um caminhão de laranjas, ele percorria a cidadezinha toda oferecendo o seu produto.
O senhor era hostilizado, porque naquele lugar não cabia mais nada, era boate, estacionamento, bodes, pombos, cães e tudo que você pudesse imaginar.
Ao chegar a data magna do município, São João, padroeiro da cidade, eles não sabiam mais o que fazer para organizar a tradicional quermesse junina, evento tão comemorado quanto o Natal.
Dona Zélia e Seu Luan, moradores mais idosos do lugar, eram os responsáveis pela organização há décadas, só que o lugar onde faziam o festejo era o antigo terreno da Associação dos moradores, que agora se transformara na oficina de Seu Nelinho.
- Agora o que iremos fazer?
Disse seu Luan.
Eles marcaram uma reunião com a comunidade, sabendo do grande risco que era, pois ninguém aceitava ninguém como vizinho tampouco como amigo.
A data marcada para o dia doze de junho foi estratégica para ver se o amor prevalecia entre os cidadãos daquela triste e complicada cidade.
Chegando no dia,  a turma toda estava reunida:
Seu Zé dos Pombos logo disse que não iria dar certo, pois iria  atrapalhar o pombal que tinha construído do lado da estátua do criador da cidade; Dona Célia ratificou que seus animais não iriam sair prejudicados, começando o maior burburinho; foi quando o padre  Geraldo gritou por socorro, dizendo não aguentar mais por tamanha desunião.
Nessa hora   o vendedor de frutas tomou a palavra, dizendo ter chegado a pouco tempo e nunca viu uma cidade com tamanha desunião,  com tantos problemas, que a cidade estava sendo mal falada em toda as regiões que passava, que Ruinópolis  estava se destruindo, não possuía mais um serviço  que funcionasse corretamente.
Ele lembrou  do negativismo que permeava o lugar, onde nem as crianças são felizes, pois não tem mais pracinha para brincar, porque o lugar era habitado por todos os tipos de animais.
O homem saiu vaiado do lugar, onde os próprios seguranças da prefeita Nilda, defensora dos animais,  trataram de colocá-lo para correr, terminando assim a reunião, resultado na suspensão da festa por tempo indeterminado.
O nosso amigo Luan saiu consternado, até passando mal, dizendo que as pessoas pensam que o que é público não é de ninguém, muito pelo contrário, que só irão se unir quando acontecer uma tragédia, pois tem   muita gente que  é assim, só se une depois dos desastres.
Passados alguns meses Seu Luan  adoeceu e ninguém sabia o que ele tinha, teve que ir às pressas  para Salvador, pois ali nada funcionava, descobrindo que ele estava com uma doença grave por causa das fezes dos pombos, deixando muita gente consternada.
Foi uma  verdadeira comoção, a praça foi interditada pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, que fez  uma verdadeira limpa.
Muita gente falou que foi por   causa  do padroeiro da cidade que  não teve a sua festa, mas agora nada adiantava, pois o nosso  moribundo  passou dessa para melhor, sendo um grande grito de alerta para todos, que de uma hora para outra passou a se organizar, gerando muita confusão no início mas no final resolveram se unir e até mudar o nome da cidade para São João dos Milagres onde o novo prefeito, o tal João das frutas, resolveu  organizar a cidade, plantando árvores frutíferas e organizando o serviço publico, tornando o lugar  muito conhecido no seu maior evento:  a festa de  São João, com o Festival  das Laranjas.
O nosso prefeito chegou até a criar uma pracinha com o nome do morador mais querido da cidade, o Seu Luan, onde ele deixou a célere frase:
- As pessoas só se unem depois dos desastres.
 


Marcelo de Oliveira Souza

terça-feira, 17 de junho de 2014

Corpus Cristhi

Corpus Cristhi 

Um dia para refletirmos 
Para onde caminha a humanidade 
Se existe humanidade... 

Ela existe? 
Um passando a pena no outro 
Pernada para tudo quanto é lado, 
Outro vai para a igreja rezar. 

Depois de tanta maldade 
Até que merece ...
Mas o dia de farra continua 
Bebidas para todos os poros 
Trânsito em todas as estradas... 

O corpo está ali estagnado 
Ninguém lembra que o corpo existiu 
A consciência ruiu 
O povo ruim domina 
A humanidade caiu... 

Corpos nas estradas 
A curiosidade reina 
O acidente causado, 
Coitado! 
Não resistiu, 
Mas o parceiro de viagem 
Gravou e divulgou  na "cidade".

O corpo fez sucesso 
Mas dois minutos depois, 
Tem outro mau sucedido 
Que foi agredido e vencido 
pelas drogas e pelo crime. 

Mais um corpo esquecido 
Que  será comido pelos bichos 
Diferente do corpo de Cristo 
Iluminado e bendito, 
Virou tema de feriado 
Onde tudo vai recomeçar.
Em prol do seu nome iluminado 
Onde muitos irão novamente 
v i a j a r... 
E não voltam mais! 




Marcelo de Oliveira Souza

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Escritor carioca radicado na Bahia ganha mais um grande prêmio de reconhecimento

Escritor carioca radicado na Bahia ganha mais um grande prêmio de reconhecimento

 

 

 

O     Escritor Marcelo de Oliveira Souza, acaba de receber  uma grande homenagem do povo de Minas Gerais, mais precisamente de Itabira - que fica aproximadamente a cem km da capital Belo Horizonte -   através do Jornalista e Colunista Social  Eustáquio Félix.

O prêmio -  um  lindo troféu  cujo patrono  é  Pedro Aleixo -  de personalidade de destaque 2014 , agraciando o citado escritor pelos seus inúmeros projetos em prol da cultura brasileira através dos seus livros:   A Sala de Aula; Conto  & Reconto; Confissões Poéticas e ainda pela grande iniciativa da criação do Concurso Literário Poesias Sem Fronteiras, que revelou muitos escritores de dentro e fora desse grande pais e  esse ano completa dez anos de sucesso.

 



Marcelo de Oliveira Souza

terça-feira, 10 de junho de 2014

Homenagem ao dia dos Namorados




Se você  não olhasse para trás?


Sonho nesse mundo,
Amores vagabundos
Tudo era mentira
Um beijo que atira.

Uma ilusão
Pensando ser paixão,
Um disse me disse
Que não se diz nada.

Num grito divino
Encontrei o meu destino
Minh'alma  em desatino,
Perdido como menino.

Vi aquela miragem
Seria uma viagem?
Você desfilou
Ou aterrissou
no meu caminho.

Vislumbrando todo
O futuro
Parei num pulo
Esperei e sonhei...

O Raio de sol...
A Flor do Sertão...
Tudo no meu coração...
Vindo numa só oração.
Um sonho de verdade...

O paraíso que virou
Meu ser.
 Mas num susto
Pergunto-me :
- Se você não olhasse para trás?
O que seria de mim?
Certamente...
Eu não iria aguentar
Não seria feliz
Nunca mais...

- Homenagem à minha namorada -

Marcelo de Oliveira Souza

segunda-feira, 9 de junho de 2014

O Tráfico Humano

O Tráfico Humano

 

Pouca gente sabe  que o tráfico de humanos  é um dos que mais dá dinheiro no mundo, sendo um dos mais covardes que existe, pois fere a dignidade humana na sua essência.

Segundo pesquisas, durante mega eventos como a Copa do Mundo de Futebol, a incidência desse vil ato aumenta assustadoramente.

Na Copa da Alemanha foram traficadas cerca de 20 mil mulheres e na copa da África do Sul foram traficadas mais de cem mil pessoas.

Nessa época, existe uma circulação de estrangeiros   muito grande, as fronteiras estão praticamente abertas e é nisso que os bandidos se aproveitam.

Eles apostam na vontade de crescer da mulher, que pensa que todo estrangeiro  é bom, e aceita qualquer tipo de oferta que seja para ir trabalhar no exterior; outros simulam uma paixão arrebatadora e leva a vítima para morar no exterior.

Lá fora eles utilizam as mulheres como prostitutas e até como "mulher cegonha" engravidando-as  seguidas vezes até não aguentar mais e sucumbir ao sofrimento.

A falta de informação é uma das grandes causas, outra grande causa é a falta de orientação dos pais, que hoje a maioria não possui   praticamente nenhum controle sobre os seus filhos e deixam sua prole ir aonde desejar, sem nenhum questionamento.

Muitas vezes quando um adulto tenta orientar a suposta vítima, ela pensa que a pessoa está desejando o mal ou até está com inveja.

Por isso pais e garotas,   tomem cuidado com esses sonhos de viver fora do nosso país com pessoas estranhas, porque isso é muito sério e pode gerar muitos problemas no futuro, pois aqui pode até estar ruim, mas lá pode ser muito pior, sendo uma viagem literalmente sem volta.

 

Marcelo de Oliveira Souza

 



Marcelo de Oliveira Souza

sábado, 7 de junho de 2014

Poesias Sem Fronteiras ultrapassando fronteiras

Obra de Marise Andreatta é selecionada para livro de Antologia

Escrito por  Redação Douranews
Marise Andreatta tem publicações consagradas e vai participar de livro do Celeiro de EscritoresMarise Andreatta tem publicações consagradas e vai participar de livro do Celeiro de EscritoresFoto: Divulgação
A escritora Marise Andreatta, que lançou recentemente na sede da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Dourados o livro 'Túnica da Alma', terá dois poemas de sua autoria ("Águas vermelhas" e "Inclusão social") incluídos no livro de antologia poética "Poesias Sem Fronteiras", que será lançado no dia 15 de junho pelo Grupo Editorial Celeiro de Escritores.
Os escritores brasileiros e estrangeiros que terão poemas publicados no livro de Antologia foram escolhidos através do X Concurso Literário Poesias Sem Fronteiras, organizado por Marcelo de Oliveira Souza, Celeiro de Escritores, com apoio da Academia Cabista de Letras, Artes e Ciências /RJ, da Academia de Letras de Teófilo Otoni /MG, do Clube dos Escritores Piracicaba.
A escritora
A escritora Marise Andreatta (que também é advogada) é uma das gratas revelações do universo literário. Nasceu no Rio Grande do Sul, mas radicada em Dourados, iniciou a carreira como escritora com os livros "Porta aberta para o caminho de Deus", "Tende bom ânimo" e "Encontrei meu criador", de cunho teológico ( 2007). Mais tarde, encontrou na poesia e no ensaio literário uma forma de estimular a necessária reflexão sobre a necessidade de resgate da dignidade humana e sobre a barbárie que representa a violência doméstica/familiar.
A ideia de escrever livros voltados aos direitos humanos iniciou com uma pesquisa de campo com vítimas de violência doméstica familiar realizada em Mato Grosso do Sul, no Paraná e em Santa Catarina para subsidiar o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) de teologia. A pesquisa de campo, aliada aos anos de exercício da advocacia desde 2000 na área de família, contribuíram para, a partir da experiência empírica, o "nascimento" de duas obras, lançadas respectivamente em 2013 e 2014: "Quando os pássaros gritam" e "Túnica da Alma".
Além da formação em Direito, a escritora fez especialização em Direitos Humanos e Cidadania na UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados). Esse potencial teórico, somado à sensibilidade para as questões sociais, tornou-a conhecida no meio literário como 'a poetisa dos excluídos'. A inclusão das poesias dela no livro que será lançado pelo Grupo Editorial Celeiro de Escritores é mais um degrau alcançado por Marise e motivo de alegria para os colegas escritores e para os muitos amigos que fez desde que chegou a Dourados.


Marcelo de Oliveira Souza

sexta-feira, 6 de junho de 2014

VENCEDORES DO X CONCURSO LITERÁRIO POESIAS SEM FRONTEIRAS

VENCEDORES DO X CONCURSO LITERÁRIO POESIAS SEM FRONTEIRAS
 
 
 
 
 
 
Agradecemos a   todas entidades  que apoiaram o evento, principalmente Academia  Cabista  de Letras, Artes e Ciências /RJ; Academia de Letras de Teófilo Otoni /MG ; Clube dos Escritores Piracicaba  e à Ed. Celeiro de Escritores.
 
 
 
Até o II Prêmio Literário Escritor Marcelo de Oliveira Souza
Quem quiser ser avisado do próximo concurso de poesias é só mandar uma mensagem para marceloosouzasom@hotmail.com.
 
 Os vencedores do X concurso literário POESIAS SEM FRONTEIRAS são:
 
Menção Honrosa Internacional
Conceição Maia Rocha de Oliveira  - Aveiro - Portugal 
 
 
Terceiro lugar:
 Cléo Alves - Orlândia SP
 
Segundo Lugar:
 
Robison  José da Silva - Morrinhos GO
 
Primeiro Lugar:
 
Ricardo Augusto Rodrigues de Souza - Jaguarari BA
 
Menção Honrosa Nacional
Josénilson Ferreira Leite - Salvador BA
 
 
 
Parabéns a todos, pela vitória!
 
Pedimos aos  vencedores que enviem  uma foto segurando a premiação, junto com um depoimento, para divulgação do autor e do evento.
 
 
 
Marcelo de Oliveira Souza
 
Organizador Do   POESIAS SEM FRONTEIRAS
 
E  PRÊMIO ESCRITOR MARCELO DE OLIVEIRA SOUZA
 
www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net
 
http://marceloescritor2.blogspot.com
 
Face: psfronteiras

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Dia do Meio Ambiente

Foto 01: Frente do Colégio Estadual Zumbi dos Palmares - Tancredo Neves 

Foto 02: Parque Solar Boa Vista


Dia do Meio Ambiente

 

Uma grande parte da sociedade brasileira é hipócrita, eles sabem apontar, criticar, mas não olham os seus próprios  comportamentos.

Aqui na cidade de Salvador, é um grande exemplo, com a especulação imobiliária o Horto Florestal, um dos lugares mais nobres da nossa cidade, virou Horto predial, desmataram tudo sem dó nem piedade.

Na Avenida Paralela, uma das maiores da cidade, com grande movimentação de veículos, foi totalmente desmatada, também pela especulação imobiliária.

Os parques são reduzidos, maltratados, muitos são intransitáveis por causa da marginalidade e também pelo descuido.

O soteropolitano, praticamente não tem mais ambiente natural, os poucos parques são depedrados, transformados em estacionamento e oficinas,  como o Solar Boa Vista, em Brotas, onde tem uma área extensa, contudo os governantes fazem vista grossa, para o que acontece nesse lugar.

A natureza em Salvador grita por ajuda, onde os rios que passavam pela cidade, ao invés de serem tratados, são cobertos e transformados em jardins.

A prefeitura não tem uma política sólida de reflorestamento e quando assim o fazem esquecem que o reflorestamento tem que ser com árvores da região, pois tem animais que precisam disso.

As pessoas esquecem que um  dia a gente pode sentir falta do que estamos destruindo,  como em São Paulo, onde enterram o rio Tietê, e  hoje estão sem água para toda a população.

Os cidadãos  também não ajudam, cujos bairros menos nobres resolveram transformar praças e frente de escolas em lixeiras.

Assim lamentamos muito, mas o nosso ambiente não é meio, é inteiramente destruído pelo homem, precisando urgentemente de conscientização, para que no futuro não possamos nos arrepender mais ainda sobre o que poderá acontecer com a nossa cidade.

 


 



Marcelo de Oliveira Souza