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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Classificado no Concurso POESIAS SEM FRONTEIRAS


Escritor montealtense é selecionado para antologia de poesias

José Eduardo Borges da Costa "Tico" é o autor da poesia "Silêncio"

Participando pela primeira vez de uma competição, o professor de português e escritor montealtense, José Eduardo Borges da Costa "Tico", ficou entre os 60 selecionados, com a poesia "Silêncio" (ver box), que integram a antologia "Poesias sem Fronteiras", que chegou à IX edição neste ano.
O concurso é realizado pelo escritor Marcelo de Oliveira Souza, com apoio da Academia Cabista de Letras, Artes & Ciências (RJ), União Brasileira dos Escritores (BA), Academia de Letras de Teófilo Otoni (MG), Clube dos Escritores Piracicaba (SP) e Site Galinha Pulando (BA). " Esse concurso traz uma notável contribuição à literatura brasileira e à realização de um sonho, pois nestas páginas nossa arte está eternizada.", destacou o autor do concurso.
Tico, que dá aulas de Português em escolas de Monte Alto, Taiúva e Taiaçu, escreve desde os 12 anos e, paralelo a esse concurso, já foi selecionado para um projeto em Salto (SP). "O resultado final deve sair nos próximos dias, mas, só de ser selecionado, já é uma grande satisfação e, acima de tudo, estou levando o nome da cidade a esses eventos", afirma o professor, que nas horas vagas, também é músico e compositor.
LITERATURA – Seu gosto pelas letras está prestes a render mais um fruto. Tico escreveu seu primeiro livro, "O colar de Ignês", uma ficção-fantástica, que conta história de Deuses. "O livro tem 130 paginas e demorei um ano para escrevê-lo. Ele já está registrado e, agora, estou indo atrás de fundos para o seu lançamento, concluiu.
 — com Tico Costa.
Lembramos que temos ainda um evento com inscrições abertas!
Informações no site www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net

Marcelo de Oliveira Souza

domingo, 22 de setembro de 2013

De Pai para Filho!

De Pai para Filho

 

Muitas vezes o relacionamento de pai para filho é muito conturbado, os seus pontos de vista são diferentes,  gerando muitas situações complicadas que podem perdurar durante a vida toda.

Felizmente esses casos na maioria das vezes são superados por ambos, como foi no caso do excelente filme brasileiro  " Gonzaga, de pai para filho".

Como antigamente o relacionamento entre pais e filhos tendia a um monólogo,   as coisas só faziam piorar entre   Luiz Gonzaga e seu rebento, o cantor  viajava muito a trabalho, e  seu filho ficava sempre em segundo plano, principalmente quando a mãe faleceu de tuberculose.

Ambos sofriam pelo difícil relacionamento,  porque não havia o  companheirismo da madrasta, mais uma a sofrer no seio familiar.

O garoto chegou a ponto de traficar maconha, cujo pai interferiu da melhor maneira de antigamente, colocando-o num colégio interno.

Depois de um tempo doente com a mesma moléstia   da mãe, o rapaz descobriu-se um grande compositor, onde mais uma vez a arte resgata uma pessoa  de caminhos tortuosos.

Essa mesma arte conseguiu unir pai e filho, numa só sintonia, fazendo com que eles colocassem de lado as suas diferenças e trilhassem o mesmo caminho.

Esse excelente filme mostra de uma forma incontestável como o relacionamento de pais e filhos podem tornar-se difícil, principalmente se o pai tiver uma mentalidade retrógrada, onde somente o amor não é o suficiente para a união familiar.

Temos que ser vigilantes para com os nossos filhos, procurando  ser companheiros, pois quando chegar à adolescência poderá ser muito tarde para a aproximação, afinal nem todos somos artistas de nascimento para nos conectarmos com as nossas crianças, contudo podemos nos tornar artista de coração e perceber a grande sinfonia musical que há no sorriso dos nossos filhos.

 




Marcelo de Oliveira Souza

sábado, 21 de setembro de 2013

Vencedora do IX Concurso Literário POESIAS SEM FRONTEIRAS

"Sinto-me muito honrada  diante de tantos talentos (mais de 400 poesias) ter obtido o primeiro lugar, nesta que foi minha primeira participação em concursos! Fiquei surpresa e muito feliz!

Dedico esta premiação a Deus, aos meus pais, Amálio e Terezinha Araújo, aos meus filhos Julie e Davi, à minha família e ao meu editor, Jurandir Barbosa (Editora Catrumano), todos eles meus incentivadores, mais merecedores de honra, pois são fontes de inspiração para que continue a me expressar em poesias. Parabenizo os demais participantes deste concurso visto que sem eles não seria possível havê-lo e ao seu idealizador, Marcelo de Oliveira Souza, que estimula a cultura e o cultivo das letras neste abençoado site.

Que o nosso bondoso Deus nos dê vida e alegrias para continuamos a trilhar nas poesias a expressão do nosso vivido! Abraçamigo em cada um!

Marília Martins de Araújo Reis

 

Assim fechamos o leque de vencedores do IX Concurso Literário POESIAS SEM FRONTEIRAS,  lembrando que estamos iniciando um novo projeto, o  I Prêmio Literário Escritor Marcelo de Oliveira Souza, onde serão ofertadas diversas premiações e um troféu igualzinho a esse que Marília está segurando.

Informações: www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net



Marcelo de Oliveira Souza

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Valerioduto da pizza podre


Valerioduto  da  pizza podre


Não gostamos muito de engendrar no   pútrido mundo da política, pois nesses bastidores existem mais “mistérios” do que imaginamos.
Infelizmente a classe política tem  chafurdado encima de denúncias e mais denúncias sobre corrupção; em outros segmentos também existem esse malfadado ato, contudo os políticos, em tese,  são os vigilantes da nossa sociedade, organizando, normatizando leis e isso eles não podem negar, que são a vitrine dos cidadãos.
Quando vemos políticos envolvidos no Valerioduto sendo privilegiados, exercendo seus mandatos em diversos setores públicos, sabemos que o nosso país não tem lei nenhuma, tudo é possível, para quem  usa o poder escondido em ternos e gravatas.
Depois de muito estardalhaço no  julgamento proferido  pelos super-poderosos homens de toga, o cheiro de pizza podre paira no ar, com um novo julgamento dos bandidos, ninguém imaginava que os poderes da toga iriam retroceder.
Esses mesmos políticos, ao passarem nas ruas, são admirados, quisá aplaudidos, onde seus familiares devem tê-lo como modelo de personalidade.
No Brasil, apropriar-se do alheio pode, não pode é ser pego, é o pensamento de muitas pessoas.
Inúmeros casos de roubo e furto,  são repetidos diariamente, a primeira cosa que os marginais dizem é que tem gente muito pior em Brasília e as coisas prosseguem...
Nesse país sem lei, a nossa família se diluiu, tem pais mandando filhos furtarem em lanchonetes, as  crianças aprendem subtrair antes que imaginamos.
Assim nossa sociedade é corroída pelos maus exemplos, onde o pior deles, o roubo, a corrupção  viraram  status, cujos  larápios ostentam seus bens de consumo para todos sem a menor cerimônia.
Esses mesmos malfeitores ainda  reclamam como a violência pode chegar a esses níveis alarmantes em suas respectivas cidades, e  como o tráfico de drogas está insuportável, esquecendo que a mola propulsora da violência  -  eles  -  também  está  sentindo todo impacto de seus desserviços em prol da ganância.


Marcelo de Oliveira Souza
20/09/2013
Marcelo de Oliveira Souza

sábado, 14 de setembro de 2013

FW: Segundo Lugar do IX Concurso Literário POESIAS SEM FRONTEIRAS



Depoimento do segundo lugar do IX Concurso Literário POESIAS SEM FRONTEIRAS

"Quando enviei meu soneto ao IX Concurso Literário Poesias Sem Fronteiras, vi no site a quantidade de poetas inscritos, de tantas cidades e tantos estados do país. Confesso que não acreditei que pudesse estar entre os vencedores. Ainda não acredito! Estou muito grata e gostaria de parabenizar o Concurso pela oportunidade que deu não só a mim, como a todos os poetas participantes desta maravilhosa antologia. Sabemos que pouco se dá valor à poesia neste país, infelizmente, mas graças aos eventos como este, e aos poetas dispostos a não deixar a poesia morrer, ela ressurge cheia de vida e liberdade, para alcançar a alma do leitor. Muito obrigada e parabéns à todos os poetas!"

Verônica Miyake Rodrigues Koike

Temos ainda mais um evento, I Prêmio Literário escritor MARCELO DE OLIVEIRA SOUZA você também pode ser premiado(a)!
Regulamento nesse mesmo lugar!


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O Parque que morreu!

Parece incrível, o tempo passa e as coisas só pioram para as pessoas, a população aumenta, seus direitos diminuem e o que é comunitário tornou-se privativo dos espertos.
O Parque Solar Boa Vista é um grande exemplo, já não bastava ser lugar de desocupados, mendigos, lava-jatos suspeitos de práticas de outras modalidades ilícitas, estacionamento de caçambas.
Agora resolveram construir barracas, depósito de entulho, de carros velhos e em manutenção, sem falar no sobrado de Castro Alves, um lugar que poderia incrementar o turismo na região, fomentando mais empregos, fomenta mais desespero, onde ninguém está seguro nas redondezas, de carro, no ponto de ônibus ou nos conjuntos, tudo é um caos.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Terrorismo da ganância estadunidense

Terrorismo da ganância estadunidense


Depois da lei do terrorismo, aplicada pelos norte-americanos, eles resolveram investigar todas as mensagens  que constam como conteúdo, o nome do país dele e palavras chaves, como essa do nosso enunciado.
A partir daí foi um passo para usar desculpas pífias para investigar outros países pelo mundo afora, o Brasil é um deles; fingindo-se de amigos, eles vão  para reuniões sabendo de todas as propostas que  serão  abordadas nesses encontros, tendo muita vantagem nisso.
O governo estadunidense utiliza o clichê de ser perseguido no mundo inteiro, assim  Obama age como   seus antecessores, ameaçando, invadindo, destruindo e lucrando...
Sob desculpa de que  as armas de destruição em massa só podem ficar na mão de um "grupinho", os "xerifes"  se reuniram e invadiram o Iraque, pressionam o Irã e a Coréia do Norte. Atacam sob qualquer argumento, mais onde o petróleo jorra, os argumentos jorram mais ainda.
Na guerra da Coréia,  do Vietnã  e no Iraque eles usavam armas de destruição de massa, utilizavam armas químicas e no último país, eles utilizavam armamentos ditos "aprovados" onde um míssil de grandes proporções saia de um de seus caças, ele se abria em pleno ar e despejava um monte de objetos similares a latinhas de refrigerante, ao chegarem no solo eles explodiam, os que não detonavam eram pegos por criancinhas, sendo detonados a seguir; Outro míssil  tinha um poder de aniquilar pessoas num raio de três a dez quilômetros, como isso não pode ser arma de destruição em massa?
Infelizmente quem ganha uma guerra  está sempre certo,  os poderosos "não mentem".
Ao descobrir o pré-sal brasileiro, "jorra"  mais motivo para a ganância e preocupação, onde o governo imperialista tratou logo de investigar a Petrobrás, não sabendo como eles iriam utilizar isso contra o nosso governo.
O que eles iriam alegar para "tomar" o pré-sal?  Alegando  que  temos armas de destruição em massa?
 Certamente um gringo daqueles devem ter vociferado:
- Podemos garantir nosso "leite negro" com aquele  país muito mais fácil que invadindo! Naquele lugar tem uma coisa que jorra mais que petróleo: corrupto.
- Assim podemos participar de algum pregão e jogar um punhado de dólar na mão do responsável, internacionalizando essa fonte de petróleo.
E assim caminha o mundo dos poderosos, cuja indignação dos nossos governantes só  irão até a página dois, nas outras páginas, veremos grandes cifrões americanizados e terminará tudo bem.



Marcelo de Oliveira Souza

domingo, 8 de setembro de 2013

Bezerros.com

Mesa Redonda no III Encontro de Escritores

MESA REDONDA
no III ENEBI-Encontro de Escritores Baianos Independentes
Realização: União Baiana de Escritores 
dias 10 e 11 de outubro - 10:00h. Biblioteca Pública Thales de Azevedo. 
"Novas leituras, novos leitores: o papel da escola" com a professora da UESB Adriana Abreu, o professor e escritor Marcelo de Oliveira Souza, professor e jornalista Carlos Souza e o professor e agitador cultural Douglas de Almeida (foto).


Marcelo de Oliveira Souza

sábado, 7 de setembro de 2013

Terceiro Lugar do IX Concurso Literário POESIAS SEM FRONTEIRAS

 
 

"

 Conquistar o 3º Lugar no IX Concurso Literário Poesias Sem Fronteiras foi para mim uma honra, todavia,  ter uma poesia já finalista e publicada numa antologia que reuniu os melhores trabalhos entre 58 autores de 16 estados, é sem dúvida um orgulho para todo poeta, que sabe bem a extensão da alma de si próprio que ele coloca em cada verso, a cada poesia criada"

Mariana Helena de Jesus


Mais um evento nosso está com inscrições abertas, confira no site!


Marcelo de Oliveira Souza

domingo, 1 de setembro de 2013

Independência do Brasil 2013

Independência do Brasil 2013

O nosso país se caracteriza por diversos fatores  no cenário mundial, contudo quando falamos em Brasil, certamente iremos citar a terra do futebol, samba e carnaval.
No futebol temos diversas agremiações que mexem com a emoção dos brasileiros, com a "onda"  de Arenas, imaginava-se que teríamos uma nova mentalidade de torcedores e administradores, as pessoas retornariam aos estádios, contudo o que vemos é muita violência e preços absurdos, o que nunca irá combinar, as pessoas pagam caro para acompanhar seu time de coração e acaba sendo hostilizada e até agredida, se não for na entrada ou saída, será ali mesmo na Arena do espancamento.
O Carnaval e o samba estão  intrinsecamente ligados,  para nos divertirmos temos  que pagar caro, de novo, para podermos  sair num camarote luxuoso ou num grupo carnavalesco.
Principalmente em Salvador, a gente tem que PAGAR, é o salvo conduto, não existe nenhuma política cultural que não seja conjugar esse verbo.
A cidade está sem estrutura nenhuma, buracos, bandidos, violência, carestia, falta de políticas culturais, espaços de lazer e de cidadania, é o que as pessoas  têm a mostrar nesse dia de sete de setembro, sete motivos para reclamar.
Um país grande onde tudo é grande, inclusive os seus problemas, onde a falta de esperança permeia a cabeça do cidadão.
A nossa sociedade acostumou-se  a conjugar esse verbo PAGAR, quem não o conjuga sofre, é colocado de" escanteio" , pagamos saúde, educação, seguro de carro, quem não o faz ou é louco ou é taxado  de louco ou de pobre.
Assim o consumo estimula a violência e a violência oprime quem  paga, pagando ainda mais por diversos itens para a sobrevivência sua e dos seus familiares.
Nessa semana da independência percebemos que somos mais dependentes do consumo, do álcool e muitos dependem de remédios controlados e drogas lícitas e ilícitas. 
Vamos declarar de fato a nossa independência, pensemos nisso e vamos nos tornar independente da corrupção,  da obrigação de gastar e de votar, Independência ou Morte!

Marcelo de Oliveira Souza





Marcelo de Oliveira Souza