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domingo, 30 de dezembro de 2012

FELIZ ANO NOVO!


Poesia de Ano Novo!

Que alegria
Meus amigos
Precisam de homenagem.
Numa grande poesia
Vemos Varenka .
Uma luz irradia,
Carlos Souza
Na luta pela poesia
Roberto Lealdade
Em demasia!
Nosso eterno vereador!
Valdeck Calmo
É um grande escritor!

O Raio de sol  MOA aponta
Todo dia uma satisfação
Com Leide do meu coração.

Ela veio que nem uma oração
Segurou minha mão,
Do outro lado
Da infância falo emocionado
Adalberto, meu pai meu
Seguro de vida,
Viva para sempre!...
...Junto com Dolores
Amor livre de dores
Na proteção do anjo Gabriel.

Na hora da sogra todos
Esquecem...
A minha não!
Nina que amo de montão
Ano após ano,
A mãe da Flor do Sertão!
Parceira de Renatão.

As cunhadas lindas e agitadas
Clei sempre será a pequena
Com cuidados de menina,
Desabrochando uma grande mulher.

Nei, a estrela do sertão
Todos e todas transformam
-se em constelação!
Um ano, muitos amigos,
O meu preferido
Virou compadre e comadre
Rosana longe
Pelo salitre do mar
Fábio mais que longe,
Mas ambos perto
Do meu coração.

Amiga de verdade Mauracir
E Jandiara, dois lados da moeda
Jóias raras que o mundo precisa.


Um ano cheio de tribulações
De amigos e questões,
Não podemos esquecer
de nenhum...
Francisca Lá em feira
Mulher especial como poucas,
Mais que demais,
Essa galera do bem,
Nem todos têm,
Somos felizardos...
Amiga como Auxiliadora
Duvido!
Nem todos têm!


Uma família, muitos amigos
Sertão e cidade se fundem
Naquela contagem regressiva
Nessa poesia que mais parece
Uma missiva,
Nem todo mundo se conhece!
Na teia da bondade
Ganhei mais uma família
Clenida e Cia
Foi  Natal com a Alegria
De Selminha...
Nesse encanto
Eu canto de voz embargada
Com letra digitalizada!


FELIZ ANO NOVO!
2013


Marcelo de Oliveira Souza
http://marceloescritor2.blogspot.com
www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net

sábado, 29 de dezembro de 2012

Festa do Caos


A Festa do Caos



O Verão já chegou, o calor domina a nossa região nordeste, Salvador festeja o grande número de turistas que visita a nossa cidade.
Os turistas aparecem de todos os cantos, hoje uma grande porta para a nossa cidade soteropolitana é a visita de grandes navios transatlânticos, embarcações super modernas que atracam em nosso porto.
Em um triste contraponto, logo ali de junto, vemos as filas enormes de carros que percorrem praticamente toda a região, são pessoas que tentam sair da cidade via "ferry-boat", são poucas embarcações, as que ainda resistem estão sucateadas, o povo ainda festeja na fila, numa paciência sepulcral, outros até festejam com muita cerveja a fila interminável, inigualável; abrem os seus carros com sons que tomam o porta-malas, abrem também o isopor de cerveja e comemora a fila que não termina, não querem saber a horas que irão sair daquela triste situação, "adernam" o seu veículo e deixam ao sabor do tempo.
O povo é muito acomodado, ao invés de lutar, exigir um transporte digno, se manifestando, aceita complacentemente, o brasileiro é acomodado, só sai do seu comodismo quando quer levar alguma  vantagem, não pensam no coletivo, é por isso que vivemos em um pais cheio de desigualdades e corruptos, porque se houver uma cerveja na mão e um sonzinho no porta-malas, a festa está garantida, não importa onde estiverem.



Marcelo de Oliveira Souza

Marcelo de Oliveira Souza
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Partilha de Natal


Partilha de Natal

 

 

No canto escuro

Todos observam a cantoria

As crianças na maior alegria

É festa de Natal!

 

Lembrando o nascimento

Do menino humilde,

Que se transformou em rei.

 

A partilha era a sua maior lição

Ninguém ficava no canto triste.

Hoje o Natal do pobre é tristeza

Do rico, ostentação.

 

Aquela lição

Não aprenderam,

A solidão reina para os tristes

A comunhão virou um grande NÃO!

 

 

A partilha inexiste

Está tudo apartado,

Os pobres apertados

E o lindo Natal

Vira paisagem de cartão postal.

 

 

Marcelo de Oliveira Souza

Feliz Natal e um próspero Ano Novo!


Marcelo de Oliveira Souza
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Missão de Natal


Missão de Natal

 

 

Esse Natal terá uma nuance muito especial, pois o ano que estará terminando nos proporcionou diversas facetas.

Muitos falaram até que o mundo iria terminar, mas estamos aqui comemorando mais uma festa natalina, contudo temos que perceber que quanto mais o tempo passa a união da família fica mais difícil, o mundo digital tomou os lares para alegria e tristeza de todos nós, temos que saber ponderar e saber orientar os nossos queridos, para o poder da informação digital.

O romantismo do cartão de Natal está se diluindo, agora tudo é virtual, mas o amar nunca pode ser virtual, é o sentimento mais sólido do mundo, inclusive dessa época em que muitas famílias estão reunidas, lembremos sempre que a nossa reunião não existiria sem o nascimento de Jesus Cristo, muito menos sem a união da família, onde mesmo na dificuldade seguiram em frente.

Vamos seguir em frente no amor, na paz e na solidariedade, não pensemos ser o centro do mundo, pois o mundo gira, precisamos apenas que ele gire em paz dando paz e recebendo mais paz ainda para que com saúde possamos cumprir a nossa linda missão na Terra.

Feliz Natal e um Ano Novo Cheio de PAZ

 

Marcelo de Oliveira Souza


Marcelo de Oliveira Souza
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Cinco anos


Cinco anos de vida
Cinco anos minha querida!
Mas quem ganha o presente somos nós
Pela sua presença e alegria ...


Marcelo de Oliveira Souza
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Homenagem aos Cem Anos do Rei do Baião

O Rei do Baião

 

 

Ai que saudade

Do rei do baião

O homem da sanfona

Que começou no sertão,

Mostrando com alegria

O que o nordeste tem,

Ostentava a sua vestimenta

De capitão!

 

O grande Gonzagão

Filho de Januário,

Cantou tudo com galardão,

Sua vida era o acordeão.

Criou o xote e o xaxado,

Exaltou o nordeste,

Com olhar de apaixonado,

Lá onde a secura domina.

 

Com sua música

A agonia virou alegria

De quem conseguiu

Transformar o enxabido

E sofrido nordestino

Num herói destemido,

E com seu dever cumprido

Foi iluminar o céu

Do nosso mundo

E nunca mais

Será esquecido!

 

 

Marcelo de Oliveira Souza

 

 

POESIAS SEM FRONTEIRAS




Olá!


Sete dias para terminar o concurso de poesias!

informações:

www.poesiassemfronteiras.no.comunidades.net

 


Marcelo de Oliveira Souza  site: http://marceloescritor2.blogspot.com 

Filiado à UBE – ACLAC – CAPPAZ – Poetas del Mundo

 

sábado, 8 de dezembro de 2012

Amor por Relógios


 "Amor" por  Relógios

 

 

Aqui na cidade de Salvador era um caso sério, tinha muitos amantes de relógios, essa peça preciosa deixou de ser uma ferramenta para o cotidiano para ser parte do vestuário.

Só que esse amor podia ser muito perigoso, pois os que "amam" demais os relógios alheios não se controlavam, passando a fazer diversas falsetas em prol do "amor" pelo alheio.

O dia que eu percebi o amor incontido por esse contador de horas, foi quando era adolescente, fui pegar uma paquera na escola e nos conduzimos ao coletivo, como naquela época a gente entrava pela frente e saía por trás, era uma beleza para esses apaixonados pelo "bobo", a gente estava logo no banco que ficava na frente da porta de saída, a "traseira" como dizem aqui,  foi quando uma mão escura passou como furacão, puxando o relógio de Adriele, ela se assustou e eu mais rápido ainda peguei o dito cujo pelo pulso, ele logo soltou a peça e saiu pulando igual a canguru, saltando do carro, foi um susto só, melhor para mim que ainda saí de herói e depois fica a cargo da sua imaginação a premiação.

Aqui no dia dois de julho é muito especial, o festejo é maior que Sete de Setembro, pois as pessoas comemoram a Independência da Bahia, que sacramentou a Independência do Brasil, é muita gente na rua, muita comemoração, mas os perseguidores de relógios ficavam mais espertos, até agressivos, Wilton meu amigo que o diga, saiu com o seu relógio que só faltava falar e gritar por socorro, quando um cara de quase dois metros deu um soco em seu rosto que só faltou jogá-lo ao chão, eu me preparei para a briga, mas o cara se mandou e meu amigo ficou com o rosto inchado igual a um limão, coitado, ele passou dias se lamentando e sonhando com uma carreta passando encima do bandido.

Como quem tem, tem medo, eu tomava bastante cuidado ao sair com meu Cássio com secretária eletrônica, pois quando ia para a guerra era um Deus nos acuda!

Tentaram várias vezes me roubar, era gente passando correndo e tentando puxá-lo do meu pulso, gente fingindo estar aramado para roubar o favorito, saía até na mão, mas não abria mão do precioso.

Até que um dia caí na maior armadilha, do namorado deslumbrado, aquele que presta atenção no amor e esquece-se do resto; ao sair do cinema um incauto segurou no meu ombro e me cumprimentou, ao olhar para trás ele puxou o relógio e saiu correndo, eu desci atrás dele correndo pela Carlos Gomes, e depois entrei numa ladeira, mas como o lugar era escorregadio e eu estava de sapato, escorreguei e vi o meu "garoto" ir embora...

Fiquei muito chateado e passei um tempo para esquecer, até comprar outro igualzinho, mas os "amantes" cresceram na sua sanha e a perseguição começou, até que novamente cair na estória do namorado apaixonado, eu já sabia disso, sofri na pele, mas não imaginava a ginástica que aquele cara ia fazer para roubar o meu  "novinho", ele entrou no ônibus, passou por baixo da catraca, - nessa época, já entrávamos por trás –viu o meu relógio, saiu do mesmo veículo, entrou de novo no carro, aproximou-se da catraca onde eu estava após o cobrador, "bafou" o meu novinho e desceu por trás, eu fiquei sem ação, sendo assaltado dentro do ônibus, naquela época era um absurdo, ninguém roubava dentro de coletivo, era o lugar mais seguro do mundo, não era como hoje, que tem um ladrão em cada esquina e em cada ponto.

Sei que depois dessa procurei rapidinho o meu sossego, comprando um relógio de um real, saindo na maior tranquilidade.

Essa tranqüilidade perdurou, porque ninguém queria  relógio, a moda agora é celular, uma nova história de amor.

 

 

 

Marcelo de Oliveira Souza

 

 

 


Marcelo de Oliveira Souza  site: http://marceloescritor2.blogspot.com 

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